| |
22 de jul. de 2009
Acordo vai reconhecer direitos de indígenas na Previdência Social
| |
Livros Indígenas
Um seminário para debater políticas públicas para bibliotecas será realizado pelo Sistema Estadual de Bibliotecas, ao mesmo tempo que a Feira do Livro Indígena de Mato Grosso-FLIMT (6 e 10/10), no Centro Histórico de Cuiabá. Para a Feira Indígena já estão confirmadas as presenças de autores indígenas de todo o país. Durante a FLIMT, serão realizadas atividades como contação de mitos e lendas indígenas, oficinas, lançamentos, bate-papo com os autores e exposições voltadas para a temática indígena.
Helena de Tróia
A figura mítica de Helena de Tróia vai além do registro histórico. Bettany Hughes narra, em “Helena de Tróia – Deusa, Princesa e Prostituta” (Editora Record), que está chegando ás livrarias, a trajetória dessa personagem fascinante por meio das representações artísticas que a imortalizaram - da Ilíada de Homero a pinturas do início do século XX. A autora não pretende investigar a Guerra de Tróia, mas analisar diferentes fontes que descrevam Helena, conhecida pela beleza que pode ter deflagrado o embate militar entre gregos e troianos.
Jornalismo Cultural
O Itaú Cultural ampliou a data limite para as inscrições no programa Rumos Jornalismo Cultural. Interessados em participar têm até o dia 14/08 para enviar o material. A inscrição, gratuita, deve ser feita mediante preenchimento de ficha – no site do instituto, junto com o Edital (www.itaucultural.org.br/rumos). A seleção dos trabalhos inscritos será feita em outubro, uma para cada carteira disponível: Estudante e Professor.
No Anauê
O Anauê Bar e Restaurante anuncia para esta terça (21/07) as suas atrações: André & Bida, Grupo Sanfonia e Kelvin & Junior. O agitop começa a partir das 21 horas e a promoção é da seleção de futsal da UFMT. Mais informações pelos telefones 8114 2434.
Qualificação
Qualificar instituições do terceiro setor em MT para concorrer a editais públicos municipais, estaduais e federais. Este é o principal objetivo do curso de Planejamento para Instituições do Terceiro Setor, uma parceria do Pontão “Ação Cultural em Rede” e da Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá, que em breve lançará editais e deseja que os concorrentes estejam legalizados, capacitados e certificados como OS (Organização Social) ou OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Mais informações: 3028.6285 / 6286
Fonte: Diário de Cuiabá
O ataque a vida e cultura dos povos indígenas
Para o povo Oro Wari, quando os trovões descem do céu, as crianças não podem sair para brincar. É preciso deixar o céu acalmar até que volte a folia
Para o povo Oro Wari, quando os trovões descem do céu, as crianças não podem sair para brincar. É preciso deixar o céu acalmar até que volte a folia. Os mais velhos contam que os trovões são a batucada de uma festa dos mortos regada a muita chicha (fermentado de milho) lá de baixo do rio Madeira.
Os Oro Wari estão preocupados com o que pode acontecer com a implantação das usinas hidroelétricas de Jirau e Santo Antônio. "Os nossos parentes mortos estão felizes lá de baixo do rio. A gente pensa: e com a construção das hidroelétricas a empresa vai fechar a água vai atrapalhar tudo e perturbar o que tiver lá em baixo. Sem contar as explosões", reclama Eleazer Oro Wari. da terra indígena de Laje.
Além da agressão cultural, o cacique de Eleazar, José Oro Wari ressalta outra grave preocupação dividida com outros 24 povos da bacia do rio Madeira: "A gente sabe que vai ser prejudicado, vai ficar difícil para nós, porque vai espantar a caça e a pesca […], a gente depende disso". Assim, como todos os outros povos da bacia do rio Madeira, os Oro Wari têm na pesca a sua principal alimentação.
Ao contrário do que estabelece a Constituição Federal e a declaração dos povos indígenas da ONU, as comunidades tradicionais não foram consultadas a respeito da obras que devem provocar profundos impactos em seus territórios e modo de vida.
"A gente não foi consultado. Se fizer uma barreira como a gente vai fazer sem peixe? E esse rio não é das empresas, ela não pode vir aqui e ganhar dinheiro. Há muitos anos que a gente está aqui, a gente precisa do peixe que vive nesse rio", argumenta o professor Eleazar. (CN)
Fonte: Brasil de Fato
MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26
Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...
-
MINHA VÓ FOI PEGA A LAÇO Pode parecer estranho, mas já ouvi tantas vezes esta afirmação que já até me acostumei a ela. Em quase todos o...
-
A força de um apelido [Daniel Munduruku] O menino chegou à escola da cidade grande um pouco desajeitado. Vinha da zona rural e trazia...
-
(Daniel Munduruku) Hoje vi um beija flor assentado no batente de minha janela. Ele riu para mim com suas asas a mil. Pensei ...