18 de mar. de 2011

Celebram Dia da Criança Indígena na Venezuela

 Caracas, 18 mar (Prensa Latina) O Dia da Criança Indígena estará dedicado hoje ao reconhecimento e inclusão dos povos originários nas políticas sociais impulsionadas pelo governo venezuelano.

  Nas diferentes regiões com comunidades ancestrais se realizarão festejos e jogos tradicionais para celebrar esta data, como o arco-e-flecha, corrida de sacos e de velocidade, entre outros.

Além disso, nas celebrações se poderá degustar comidas e bebidas tradicionais e haverá exibição de danças, representações, entre outras.

Com diversas atividades, a cada ano, as crianças das etnias, Arawak, Warao, Pumé, Bari, Yekuana, Yanomami, Kariña, Pemón, Panare, Wayúu, Añú, Jibi, entre outras, celebram este importante dia.

Há 30 anos, a data só se dedicava ao Dia da Criança Wayúu e era celebrada no município Guajira, estado de Zulia.

A festividade foi crescendo e começou chegar a grandes cidades como Maracaibo, para converter-se em um dia nacional.

Na Venezuela, antes de 1999, durante a chamada Quarto República, os povos ancestrais estavam esquecidos e foi somente com a chegada de Chávez à presidência, que se implementaram políticas inclusivas em benefício destas populações.

Em particular, garante-se o acesso de meninos e meninas à educação, à saúde e outros serviços essenciais.

Dentro dos avanços com relação à reivindicação das comunidades originárias da Venezuela destaca-se a criação do Ministério para os Povos Indígenas.

Além disso, uma série de normativas como a Lei do Artesão e Artesã, a do Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades e a Lei de Idiomas Indígenas.

A Constituição de 1999 reconhece os direitos inalienáveis dos povos ancestrais, fixa as bases para um desenvolvimento equilibrado das etnias sobreviventes, salvando sua cultura, cosmovisão, medicina e costumes em geral.

Também contempla o respeito aos lugares que por milhares de anos utilizam para viver e se desenvolver.

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Prensa Latina

Menchú visita Bolívia para debater direitos de indígenas

Imagen activa La Paz, 18 mar (PRENSA LATINA) A guatemalteca Rigoberta Menchú, Prêmio Nobel da Paz (1992), iniciou uma visita à Bolívia para analisar os direitos dos povos indígenas em seu país, a nação anfitriã e Equador, confirmou hoje uma fonte da chancelaria.

  O encontro, denominado Intercâmbio Sul-Sul entre Guatemala, Bolívia e Equador", tem por objetivo avaliar avanços em correspondência com convênios internacionais que beneficiam aos originários.

 Nessa cita, que concluirá nessa sexta-feira, os participantes debaterão mais sobre as autonomias indígenas, a livre determinação dos povos e seus direitos sobre os recursos naturais.

Menchú aproveitou esse foro para reunir-se ontem, quinta-feira, com o chanceler boliviano, David Choquehuanca.

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Prensa Latina

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...