17/02/2012

Hotxuá
























Trailer do documentário Hotxuá, um registro poético sobre a tribo indígena krahô, um povo sorridente que designa um sacerdote do riso, o hotxuá, para fortalecer e unir o grupo através da alegria, do abraço e da conversa. Acompanhando o dia-a-dia da aldeia no Norte do Brasil, o filme colhe depoimentos dos índios, em sua língua nativa e em português. Eles falam sobre as crenças e o estilo de vida que sustentam e mantêm essa sociedade feliz cuja concepção de mundo é o equilíbrio entre forças opostas e o respeito à diversidade.

Diretores: Letícia Sabatella e Gringo Cardia
Produtor: José Gonzaga Araújo
Roteiro: Letícia Sabatella, Gringo Cardia, Alessio Slossel e Povo Krahô
Fotografia: Sylvestre Campe
Editor: Quito Ribeiro
Som: Heron Alencar, Bruno Espírito Santo e Denilson Campos
Indigenista: Fernando Schiavini
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação
Um Projeto Kapey União das Aldeias Krahô!
Produzido por Pedra Corrida Produções e Letícia Sabatella

www.hotxua.com.br

Selecionados os 30 professores participantes das Oficinas do Projeto Vucapanavó

A partir do dia 23 de fevereiro 30 professores indígenas de Aquidauana e Anastácio receberão as oficinas ofertadas pelo Projeto Vucapanavó, patrocinado pelo Petrobras Cultural. Os professores foram selecionados pela equipe da Gerência de Educação da Prefeitura de Aquidauana (GEMED), juntamente com os diretores das cinco escolas indígenas existentes na região. 

Segundo a GEMED os critérios para a escolha dos profissionais foram: 

- Residir nas aldeias onde lecionam;
- ministrem aulas de língua e arte terena especificamente;
- Sejam falantes ou compreendam fluentemente o idioma Terena.

Tudo por que a intenção é esses professores possam debater a situação desses disciplinas diferenciadas, sua aplicação, materiais didáticos disponíveis e a manutenção da Cultura Terena, para que a partir daí, posam  pensar materiais diversos para serem levados para a sala de aula. Espera-se que todos sejam multiplicadores do conteúdo ofertado durante as atividades. 

O Projeto conta ainda com palestras e exposições, com datas a serem definidas.

Informações: imprensaprojeto@gmail.com
                    (65) 8418-0343

http://projetoterena.blogspot.com/

16/02/2012

Rio+20 terá aldeia para discutir questões indígenas

O espaço se chamará Kari-oca 2, nome que remete aos moradores da cidade do Rio de Janeiro l Foto: Wilson Dias/ABr
Uma aldeia com pelo menos quatro ocas será montada no Rio de Janeiro para discutir questões ligadas aos indígenas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada na cidade para o final de junho. Segundo o articulador indígena para a conferência, Marcos Terena, o espaço deverá se chamar Kari-oca 2, nome que remete aos moradores da cidade do Rio de Janeiro, os cariocas, e cujo significado original, na língua indígena tupi, é “casa do homem branco”.

Na aldeia haverá duas ocas com redes para abrigar 80 pessoas, uma “oca eletrônica” e uma grande oca com capacidade para 500 pessoas, onde serão feitas as discussões. Terena e um grupo de indígenas estiveram no Rio de Janeiro para definir a área exata onde a aldeia será montada. A ideia é que o espaço ocupe o Autódromo de Jacarepaguá, próximo aos locais onde ocorrerão as conferências oficiais das Nações Unidas.
“É uma iniciativa para abrigar povos indígenas do mundo inteiro aqui no Rio de Janeiro durante a Conferência Rio+20 e para que a gente possa ter um lugar para debater a economia verde e o desenvolvimento sustentável. Ao mesmo tempo vai servir para que a gente possa mostrar a força cultural dos povos indígenas do Brasil. O projeto é uma iniciativa indígena brasileira, que é conectada com os índios da África, das Américas, da Ásia”, afirmou Terena.

Segundo Terena, a montagem da “oca eletrônica” será uma das grandes novidades. “Essa oca, que foi uma sugestão dos índios navajos, dos Estados Unidos, é uma inovação, já que mistura uma oca tipicamente brasileira com conteúdo eletrônico. Ali haverá iniciativas voltadas à tecnologia da informação e também terá o objetivo de fazer a transmissão online da conferência aqui do Rio de Janeiro”, disse.
Na aldeia, haverá ainda profissionais indígenas, como enfermeiros e advogados, para atender os participantes da conferência, caso haja necessidade. Além disso, estão programadas cerimônias espirituais tradicionais, durante todos os dias da Rio+20.

Vitor Abdala, da Agência Brasil

15/02/2012

Cultura indígena


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O Museu do Índio de Embu das Artes (Rua da Matriz, 54, Centro) é o caminho mais curto para conhecer a cultura indígena. Num espaço privilegiado, no Centro Histórico, o museu, planejado pelo artista plástico, pesquisador da cultura indígena e escritor Walde-Mar, guarda peças valiosas dessa cultura e é talvez um dos mais dinâmicos museus do País. É também um espaço de pesquisa, com auditório no qual são ministrados cursos que estão na grade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Campus de Extensão Embu das Artes. Está aberto a visitação, a visitas monitoradas e a palestras que podem ser agendas num programa conjunto, por entidades ou grupos, com preços a combinar.Funciona de terça a domingo, das 10 às 18h. Entrada: R$ 3 (menores de 7 e maiores de 60 não pagam). Informe-se no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), Largo 21 de Abril, 139, Centro Histórico, telefone 11 4704-6565.

14/02/2012

Livros Indígenas em Promoção

Espero que aproveitem!Xipat Oboré (tudo de bom)!
Daniel Munduruku

Livros indígenas em promoção
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Sinopses:
A Onça e o Fogo - Cristino Wapichana - Ed. Amarilys
Este livro, ricamente ilustrado, resgata uma bela lenda indígena que narra de, maneira surpreendente e encantadora, o resultado do duelo travado entre a onça e o fogo, em um tempo fantástico no qual os homens viviam em plena harmonia com os animais e a natureza.

Criaturas de Ñanderu - Graça Graúna - Ed. Manole

Um emocionante conto indígena escrito por Graça Graúna no qual uma garota com nome de pássaro, ao tornar-se adulta, ganha asas e sai de sua tribo para conhecer a cidade grande.

Mundurukando - Daniel Munduruku, part. Ceiça Almeida (indicado para educadores) - UKA Editorial

Daniel Munduruku nos apresenta, neste volume, ensaios, entrevistas, artigos e pensamentos que o têm transformado em um dos principais pensadores indígenas do Brasil.
Mundurukando é um verdadeiro passeio pela nossa alma ancestral.


O Karaíba - Uma história do Pré-Brasil - Daniel Munduruku - Ed. Amarilys

Nesta história de ficção emocionante e cheia de aventuras escrita por Daniel Munduruku, o leitor descobrirá como era a vida dos índios e sua forma de organização pouco antes da chegada dos Portugueses ao Brasil. Daniel Munduruku é autor de 36 livros voltados para o público infantil e infanto juvenile para educadores. Recebeu diversos prêmios literários entre eles o Prêmio Jabuti e o Prêmio da Academia Brasileira de Letras.

Karú Tarú - O pequeno pajé - Daniel Munduruku - Ed. Edelbra

Desde pequeno, Karú Tarú já sabia que teria um destino especial. Estava sendo preparado para ser um pajé, o grande líder de sua tribo. Mas tão importante missão o intrigava. Por que havia sido escolhido? Por que ele era considerado especial, se todos nasciam com o mesmo dom?