A milenar arte de educar dos povos indígenas
Daniel Munduruku · Lorena, SP
19/04/2010
19/04/2010
Educar é dar sentido. É dar sentido ao nosso estar no mundo. Nossos corpos precisam desse sentido para se realizar plenamente. Mas também nossos corpos são vazios de imagens e elas precisam fazer parte da nossa mente para possamos dar respostas ao que se nos apresenta diuturnamente como desafios da existência. É por isso que não basta dar alimento apenas ao corpo, é preciso também alimentar a alma, o espírito. Sem comida o corpo enfraquece e sem sentido é a alma que se entrega ao vazio da existência.
Lá vem o Amarelão!
(Por Daniel Munduruku)Desde algum tempo se diz que no Rio Grande do Norte não há mais indígenas. E também já faz tempo que disseminava esta informação durante minhas palestras para professores porque confiava nos dados fornecidos pelo órgão oficial e outros institutos. Até brincava com o fato das pessoas sempre imaginarem que um dos únicos estados brasileiros que não tem a presença de indígenas é o Rio Grande do Sul. A maioria das pessoas acreditam que lá – por conta da colonização européia forte e excludente – foram exterminados todos os indígenas. Não foi bem assim a história. De qualquer forma este sempre foi o imaginário popular.
São as trapaças da Sorte
[Por Daniel Munduruku]
A eleição presidencial confirmou a lógica. Aconteceu como havia de acontecer mesmo com o segundo turno trazendo à tona baixarias e outros lagartos. O Brasil continua na direção estabelecida nos últimos oito anos. O que há de ser, não se sabe. Sabemos o que já está à mostra e que pode ser bom para uns e ruim para outros. São as trapaças da sorte, diria o poeta.
Pimenta nos olhos dos outros é refresco!
[Artigo que trata sobre o infanticídio entre os indígenas]
Estive recentemente na Feira do Livro de Campos dos Goytacazes, uma linda cidade do Rio de Janeiro. Lá tive a oportunidade de apreciar não apenas a beleza natural, os diversos pontos turísticos [favorecidos por uma história colonial bastante rica] e as grandezas deste que é o maior município do interior fluminense com seu visível crescimento econômico, mas também sua fome de cultura e de leitura. Isso eu vi com meus olhos e ninguém pode negar.
5 comentários:
Ola, Tomei contato com uma de suas obras: "parece que foi ontem" a história me levou a um lugar conhecido, os cheiros, os sons, os sentimentos as crenças de todos sermos um....mesmo sendo de sao paulo, mesmo nunca tendo ido a floresta, mesmo sendo filha de imigrantes europeus...gostaria de saber mais, de ouvir as historias...de poder aprender de perto com um grande epírito sábio como vc...vc ministra agum cusro que eu possa participar?
ola, meu nome e allana tenho 15 anos,sou de manaus me enteressei batastante por seus livros,dia 30/11 haverá a feira indígena em minha escola e minha turma ficará com os Munurukus, e queria mais informações sobre eles, hoje em dia está muito difícil acha qual coisa relacionada a eles, qualquer coisa entre em contato comigo meu email e esse miulfeule.sakuraba@hotmil.com
agradesso desde de já .
Olá, Daniel ! tudo bem?
Gostaria de saber como faço para agendar uma palestra sua para um grupo de professores. Aguardo um contato, obrigado pela atenção - Fabrício Proença (Itapetininga - SP)... e-mail: filofabricio@gmail.com
Boa tarde Daniel,
Gostaria de convidá-lo para um Simpósio de Letras em agosto ou setembro de 2012, na Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS, no noroeste do Rio Grande do Sul. Já nos conhecemos em um evento lá na UERJ, o Bessa nos apresentou. Caso possa atender a este convite, envie o contato para cesar.lemos@uffs.edu.br.
Abraços,
Cesar Lemos.
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