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Mostrando postagens de Outubro, 2012

Peixe e Gente no Ciência às 7 e meia

O Musa organiza exposição sobre a vida e a cultura dos índios Tukano e Tuyuka que habitam o Alto Rio Tiquié, no noroeste amazônico (Fotos: Juan Soler e Marcella Rufino).


Com o título de “Peixe & Gente no Alto Rio Negro: conhecimentos indígenas sobre a pesca”, o projeto Ciência às 7 e meia, do Museu da Amazônia/Musa leva no próximo dia 31 de outubro ao Teatro Direcional do Manauara Shopping, a cosmologia do povo Tukano que habita a região amazônica. Aloisio Cabalzar (ISA), Ennio Candotti (Musa), Tarcísio Barreto (Conhecedor Tukano) e Guilherme Tenório (Conhecedor Tuyuka) vão apresentar o que está sendo preparado para a exposição “Peixe e Gente”, a ser inaugurada no próximo mês, no Jardim Botânico Adolpho Ducke, na zona leste de Manaus.

   Fotos: Juan Gabriel Soler

A exposição “Peixe e Gente” vai abordar a cultura e as tradições do povo Tukano e ocupará cerca de 1000m2 do centro de visitação do Museu da Amazônia, na Reserva Florestal Adolpho Ducke (em duas tendas esticadas na floresta …

TRÊS ESCOLAS INDÍGENAS DA REGIÃO AMAJARÍ PARTICIPARAM DO V INTERCULTURAL DAS ESCOLAS INDÍGENAS DO ENSINO MÉDIO

Três Escolas do Amajarí participaram do V Intercultural das Escolas do Ensino Médio “O Fruto do Nosso estudo e trabalho” Promovido pela Divisão Escolar Indígena- DIEI/SECD. Foram as Escolas Estaduais Indígenas Tuxaua Manoel Horácio- Comunidade Guariba, Tuxaua Raimundo Tenente- Comunidade Araçá e Santa Luzia- Comunidade Três Corações.

Esse Intercultural teve como objetivo apresentar, socializar e articular os trabalhos e as experiências das atividades e projetos desenvolvidos pelos os alunos e professores das Escolas do Ensino Médio Regular promovendo o intercâmbio, avaliando e propor melhorias na qualidade de ensino, para fortalecer e valorizar a cultura dos povos indígenas de Roraima. Participaram 23 escolas das regiões de Surumú, Serra da Lua, Serras, Taiano, Baixo Cotingo, São Marcos, Murupu, Raposa, Amajarí.

A Escola Estadual Indígena Santa Luzia apresentou o Projeto “Viva Natureza” tendo com linha unificadora é de preservar a natureza e cultivar mais plantas para que no futuro poss…

CORTA ESSA DE SUICÍDIO!

José Ribamar Bessa Freire 28/10/2012 - Diário do Amazonas

Foi assim. No primeiro século da era cristã, os Guarani saíram da região amazônica, onde viviam, e caminharam em direção ao Cone Sul. Depois de longas andanças, ocuparam terras que hoje estão dentro de vários estados nacionais: Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai e Bolívia. Os vestígios arqueológicos e linguísticos que foram deixando ao longo do caminho permitiram que os pesquisadores reconstruíssem essa rota e estabelecessem datas prováveis do percurso feito.   Dois mil anos depois, um italiano, nascido em 1948, em Toscana, atravessou o oceano Atlântico com sua família, veio para Porto Alegre, de lá para Curitiba, se naturalizou brasileiro e se instalou, finalmente, em Mato Grosso do Sul, onde encontrou os Guarani, que lá vivem há quase dois milênios. O italiano recém-chegado se tornou governador do Estado. Seu nome: André Puccinelli (PMDB - vixe, vixe). A migração estrangeira ajudou a construir nosso país, quand…

Literatura nativa escrita por índios

Por Olívio Jecupé
[Escritor de literatura nativa e poeta. Presidente da Associação Guarani Nhe´e Porã, morador da aldeia Krukutu, São Paulo- Parelheiros-SP]


Sei que no passado por exemplo nos anos de 1970 não se conhecia autores indígenas com livros publicados no Brasil, mas hoje está muito diferente porque temos vários escritores indígenas que escrevem e têm livros publicados, ou textos em revistas. Isso é muito bom porque mostramos ao mundo que não somos só contadores de história oral, mas pessoas capacitadas que têm a sabedoria de escrever belas histórias. Por isso hoje podemos ver grandes escritores indígenas, como, Darlene Taukane, Manoel Moura, Giselda Jerá, Jeguaka Mirim, Adão Tataendy, Cristino Wapichana, Eliane Potiguara, Jaime Dessano, Rosi Tapuia, e tantos outros que poderia mostrar aqui nesse texto. 
Sendo assim, acredito que a literatura nativa escrita por nós, é muito importante porque vai chegar até os não índios e fará com que a sociedade conheça melhor os povos indígenas…

O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990) - Tese de Doutorado de Daniel Munduruku

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Daniel Munduruku

O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990) - Tese de Doutorado de Daniel Munduruku
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Pós-graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO DIVERSIDADE E CULTURAS INDÍGENAS