30 de jul. de 2011

FELIT - FEIRA LIETRÁRIA DE SÃO BERNADO DO CAMPO

É isso mesmo! Graças ao pestígio adquirido pelas décadas de trabalho e dedicação à divulgação e a valorização da literatura infanto-juvenil brasileira, a FNLIJ foi procurada pela Prefeitura de São Bernardo do Campo para organizar a 1ª Feira Literária de São Bernardo do Campo (FELIT), um evento aos moldes do nosso tradicional Salão do Livro, mas ainda maior! O evento começa na próxima Terça-feira (2) e se encerra no dia 14 (Domingo) e vamos trazer todas as novidades e informações sobre mais um importante evento de cultura no calendário brasileiro!

DANIEL MUNDURUKU FAZ PALESTRA NA FLIT


Fiz uma palestra para professores do Estado do Tocantins nesta sexta feira, dia 29, durante a Feira Literária Internacional do Tocantins – FLIT.
Convidado pela editora FTD, desenvolvi o tema “O Banquete dos Deuses: conversa sobre o ato de educar (se)”. Foi uma deliciosa conversa sobre educação, literatura, consciência crítica, cidadania, identidade.
O público, composto em sua maioria por professores da rede estadual, participou de forma ativa fazendo interessantes interferências procurando compreender a realidade dos povos indígenas.
Daniel Munduruku em Palestra [Fotos de Tania Mara]
A palestra desenvolveu-se como um bate-papo provocativo sobre a diversidade cultural e linguística.  Procurei mostrar que nossos povos estão presentes em todos os estados brasileiros e sempre atuaram no sentido de defender o território nacional e que, em função de interesses econômicos, foram ocultados, excluídos e exterminados ao longo do processo histórico.
Após a palestra tive a oportunidade de passear pela Feira e verificar a variedade de títulos, a participação dos professores nos estandes, o atendimento dispensado ao público, as várias atividades culturais que estão sendo desenvolvidas. Tudo isso tendo como pano de fundo a literatura e seus autores.

Jovens correm com as toras
Equipes se preparam para a corrida de tora
Corrida de toras entre Xerente e Krahô
Por fim, visitei o espaço especialmente reservado para os parentes indígenas do Tocantins. Foi montada um bela casa comunal onde podem receber o público, assar peixe, fazer corrida de tora, vender sua cultura material, ritualizar sua própria literatura! Ao menos foi assim que compreendi ali a presença dos parentes Xerente, Karajá, Javaé, Krahô. É assim que entendo a literatura indígena e mesmo que para muitas pessoas seja “apenas” uma manifestação cultural, para mim é a própria literatura em movimento.

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...