11 de mar. de 2011

Poeta gaúcho é candidato à vaga de Scliar


 Gaúcho de Uruguaiana, o poeta Luiz de Miranda (foto) lançou oficialmente nessa sexta-feira o seu nome como candidato à cadeira número 31 da Academia Brasileira de Letras. A vaga pertencia ao também gaúcho Moacyr Scliar, que morreu no último dia 27.

 Para disputar uma cadeira na academia, o autor precisa ter livro publicado e ser brasileiro. Miranda, com 29 livros, costuma se intitular como “o autor da obra poética mais extensa do mundo”. Já são 2.706 páginas publicadas. O poeta conquistou, no ano passado, o prêmio Açorianos de Literatura, com seu último lançamento, Monolítico, Memória que não Morre. Em 12 de abril Miranda lança em Porto Alegre mais um livro, Vozes do Sul do Mundo. 



 Antes dele, outros dois autores se candidataram à cadeira 31. Um deles é o jornalista de O Globo Merval Pereira e o outro é o escritor Antônio Torres, autor de Um táxi para Viena d’Áustria. Cogita-se que tenha início nesta semana um movimento, encabeçado pelo escritor Charles Kiefer, para lançar a candidatura de Luiz Antônio de Assis Brasil, romancista e atual secretário de Cultura do Rio Grande do Sul.
Gazeta do Sul

Povos indígenas pedem apoio federal para extração da castanha do Brasil

 Com o objetivo de conseguir apoio do Governo Federal para a colheita da safra 2011 da Castanha do Brasil, um grupo de índios da Associação dos Povos Indígenas Wai-wai (APIW) estiveram recentemente reunidos com a delegada Federal do Desenvolvimento Agrário de Roraima, Célia Regina Sousa.

 De acordo com Geraldo Pereira, vice-presidente da associação, as dificuldades dos 200 catadores indígenas durante a extração das amêndoas é o trabalho logístico. “A nossa reivindicação é a ajuda com combustível, óleo de motor, alimentação para os trabalhadores e ferramentas para quebrar a castanha”, explicou.

 Geraldo ressaltou que no ano passado com o valor adquirido pela safra de 2010, a associação dos povos indígenas além de quitar todas as despesas assumidas no ano passado, a comunidade comprou todo o maquinário para a safra desse ano. “Estamos trabalhando com um orçamento em torno de R$ 40 mil, tudo isso, para superar a quantia de R$ 365 mil atingido no ano de 2010”, informou.
Conforme o vice-presidente, o ciclo de coleta da castanha acontece em meados de maio. Geraldo disse que, embora os custos não estejam fechados, o investimento para 2011 será superior a do ano passado. “Acreditamos que o trabalho será dobrado, já que a área da plantação nativa chega a 250 mil hectares. A extensão territorial cobre duas comunidades indígenas”, comentou o vice-presidente.

 “A carta com as reivindicações da associação dos povos indígenas serão apresentados durante uma reunião em Brasília ainda este mês”, comunicou a delegada do MDA/RR.

 Conforme João de Deus, técnico da Fundação Nacional do Índio que dar suporte aos índios no arado a terra, explicou que na próxima semana terá várias reuniões com a Conab, para orientar as comunidades sobre o armazenamento dos produtos coletados. “As reuniões acontecem entre 14 e 19 de março, em cinco comunidades indígenas”, citou.

 Na segunda-feira dia 14, a comunidade do Xarí será a primeira a receber orientações de como depositar de forma correta as castanhas. A população que vive no Anauá será os próximos a reunir com a Conab, no dia 15.

 Já nos dias 16, 17 e 18, as reuniões ocorrem respectivamente nas comunidades do Soma, Macara e Jatapuzinho.

BV News

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...