3 de set. de 2013

Daniel Munduruku... e Outras Gentes - TIRANDO DE LETRA 2013

Daniel Munduruku... E Outras Gentes - Dedicado especialmente para crianças e jovens, pretende estimular a leitura, associando-a a uma experiência de prazer, descobertas e conhecimento. saiba mais






daniel munduruku

Utilizando-se de recursos cenográficos, tecnológicos e elementos lúdicos, a exposição apresenta a vida e a obra de Daniel Munduruku e coloca o visitante em contato direto com os temas abordados pelo autor que, como um autêntico representante das sociedades indígenas brasileiras, faz de sua literatura um eco que nos lembra, a todo momento, que as comunidades indígenas estão vivas e se organizam para manterem suas raízes, suas tradições, suas crenças e o espírito ancestral que norteia o ser indígena.
Esta literatura indígena, extraída ora da realidade, ora das lembranças do escritor, e formatada em histórias vividas ou ficcionais, não é apenas literatura: é mais um instrumento da memória e da cultura indígena; é representação da oralidade; é um testemunho legítimo, em forma de livro, de gentes que, até hoje, se organizam e vivem a partir das ideias de comunidade, integração e pertencimento ao meio natural.
Horários da sala (projeção e contação de histórias) aos finais de semana:
Sábados, às 11h, 14h30 e 17h15. Domingos e feriados, às 13h e 16h.
Visitação até 8/9, de terça a sexta, das 13h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. Horário especial para visitação de grupos escolares: de terça a sexta, das 9h às 17h30.

(Foto: Arquivo / Sesc)

    Meu Vô Apolinário - Companhia Das Cenas

    Publicado por: VI UMA PEÇA

    Última apresentação dia 3 de setembro (terça-feira) às 16h - No SESC-Ribeirão Preto

    Meu Vô Apolinário - Companhia Das Cenas 

    Cercado de amigos eu entrei no galpão de eventos do SESC RP ao som agradável do canto de pássaros, o ambiente pareceu um grande abraço que aconchegou todos nós ao ponto de antes do início da peça brincarmos uns com os outros, sorrimos muito, concordamos mais, e pude sufocar a saudade de gente que eu não via há tempos, acredito que ali naquele galpão as nossas vozes e as nossas risadas compuseram a letra de uma canção desconhecida cuja melodia era aquele canto dos pássaros que saía das caixas de som.


                                 

    O espetáculo nos trouxe Daniel Munduruku, um ÍNDIO, que remexeu a areia repousante no fundo do mar para contar-nos sua estória, de maneira entusiástica nos apresentou sua infância e querendo ou não nos transportou para a nossa, uma viagem pelos nossos dias na escola, nossas brincadeiras preferidas, nosso primeiro amor ainda puro e ingênuo. E nos apresentou seu sábio avô Apolinário, parte de sua origem, parte de sua ancestralidade um homem de poucas, mas extremamente boas palavras que sem precisar fazer uso de sermões como fizeram outros que um dia aqui nesta terra chegaram, soube mostrar com simplicidade o orgulho de ser quem somos, de saber quem somos, de ser índio, ou como corrige o Vô: de ser “Indígena”.

    Ao final percebi que estávamos um pouco mais crianças, curiosos, querendo ver o pássaro, ver a pintura, o cocar, eu tive vontade de andar naquela bicicleta.

    E aquela sensação boa de amizade que pairou no ar antes mesmo da peça começar e do Daniel surgir sorridente pedalando a antiga Monark a própria peça fez questão de explicar:

    “O canto do pássaro é um pedido para que você haja com o seu coração”


    - Jeferson Menino.
     — com Companhia Das Cenas

    Mais informações: http://www.sescsp.org.br/unidades/19_RIBEIRAO+PRETO/#/content=programacao

    MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

      Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...