5 de set. de 2011

Índios Paumari pedem ajuda ao MPF/RO



Indígenas reclamam que não recebem atendimento de saúde e assistência social por serem de Lábrea (AM) e estarem vivendo fora da aldeia, no bairro Nacional, em Porto Velho
 Índios da etnia Paumari, de Lábrea (AM), pediram ajuda ao Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO) para receber atendimento da Casa de Saúde Indígena (Casai) de Porto Velho e da Funai local. No último sábado, três de setembro, a procuradora da República Lucyana Pepe visitou os índios, no bairro Nacional, em Porto Velho, onde fez reunião e ouviu as solicitações.
No bairro Nacional, os indígenas alugam pequenos cômodos onde residem oito famílias, totalizando 55 indígenas. A maioria está há poucos meses na cidade. Todos são originários da aldeia Crispim, do povo Paumari, em Lábrea. Os motivos para terem vindo a Porto Velho são vários: busca de tratamento de saúde; acompanhamento de familiares doentes; busca de oportunidade para os filhos estudarem em séries acima do 4º ano do ensino fundamental, uma vez que na aldeia não há ensino mais avançado; e busca de emprego.
As reclamações comuns a todos eles são a falta de atendimento pela Casa de Saúde Indígena (Casai) de Porto Velho, que se recusa a atendê-los sem o encaminhamento da Casai de Lábrea, e a ausência de assistência por parte da Funai. Sem apoio, os índios relatam que têm muitas dificuldades no atendimento na rede pública de saúde. Muitos desejam fazer tratamento médico para poder voltar logo para a aldeia.
“Tanto os índios de aldeia quanto os não-aldeados devem ter atendimento à saúde e assistência social. Um índio não deixa de ser índio por estar na cidade. Também não se deve negar atendimento porque o índio é de outro estado”, argumentou a procuradora Lucyana Pepe, que se comprometeu a interceder pelos indígenas junto aos órgãos públicos locais.
Fonte: Rondoniaovivo

Desfile de 7 de Setembro de Osasco leva às ruas o mundo da literatura

Este ano, em seu tradicional Desfile de 7 de Setembro, além de comemorar a Independência do Brasil e a conquista de uma nação livre e soberana, a cidade de Osasco também homenageia outra forma de independência, aquela proporcionada pela exploração ao mundo literário e do letramento.

Sob o título "Literatura: Arte em Palavras - Seduzindo Corações e Mentes", o desfile foi idealizado a partir de dezenas de encontros que alunos e professores da rede municipal de educação tiveram com escritores brasileiros consagrados. Os encontros, na forma de entrevistas e palestras, aconteceram entre junho e agosto e levaram à cidade nomes como: Daniel Munduruku, Ana Maria Machado, Elvira Vigna, Ferrez, Eva Furnari, Marina Colassanti, Laerte, Bartolomeu Campos de Queirós e Lucia Hiratsuka, entre outros, num total de 36 autores.

O projeto teve como proposta ampliar os índices de leitura e letramento em Osasco, fazendo um "passeio" pelo universo literário desde antes da escrita até os dias atuais. Foram disponibilizados 23 mil livros para 14 mil alunos, de 55 escolas do município. Estes livros trouxeram 152 mil títulos, abrangendo gêneros como drama, aventura, romance, poesia e quadrinhos.

Desfile

Irão participar do desfile cívico militar um total de 90 entidades, entre associações, efetivo militar e 58 unidades educacionais municipais, que levarão à avenida aproximadamente 10.200 participantes. O evento, para o qual é aguardado um público de cerca de 40 mil pessoas, começa às 8h e tem término previsto para às 13h e acontece na Avenida dos Autonomistas, entre as ruas Antônio Agu e Dona Primitiva Vianco, no Centro da Cidade.



Departamento de Comunicação Social
Fone: 11 3652-9456/ 11 3652-9520
Diretora: Emilia Cordeiro
e-mail: imprensa@osasco.sp.gov.br

Orgulho Indígena !



Juventude e sabedoria na defesa da cultura indígena.
Poucos dias depois de participar do Curso "Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas", tive o prazer de poder entrevistar representantes indígenas na III Confererência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro.
Eliane Potiguara, que há anos contribui para diminuir a "invisibilidade" das lideranças indígenas femininas, estava acompanhada por Carolina Potiguar e Mamyry Guajajara, em um belo encontro de gerações na defesa da preservação e divulgação da verdadeira cultura indígema, que até hoje ainda sofre com esteriótipos e preconceitos.
Fiquei feliz em poder dar voz a essas mulheres maravilhosas, para que mais pessoas tenham acesso à um pedacinho da rica cultura indígena.
Enviado por: sorysgabi

Raposa Serra do Sol: é assim que vivemos

Este vídeo é apenas uma pequena demostração do que vem acontecendo dentro da T I Raposa Serra do Sol, aqui não existe manipulação.

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...