25 de ago. de 2011
Almanaque Brasil de (12/08/2011)
O índio e escritor premiado Daniel Munduruku é uma das atrações do programa. Ele participa do quadro Papo-Cabeça e conta vários detalhes sobre seus livros, inspirações e as influências de suas origens. Considerado o maior escritor indígena do país, se dedica a escrever livros para levar os valores indígenas aos jovens e crianças.
O público vai saber mais sobre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo -- OSESP - que há mais de 50 anos está entre as melhores do planeta! E quem não gosta de novelas? Elas lançam modas, bordões, manias e são inquestionavelmente paixão nacional. As novelas brasileiras, conhecidas e reconhecidas pelos quatro cantos do mundo, são tema do quadro Coisas Nossas, que está cheio de histórias deliciosas.
Com obras de arte inesquecíveis, mestre Vitalino mostrou para o mundo um Brasil que vivia escondido lá no Nordeste. O mestre é o Ilustre Brasileiro da vez. Quem folheia uma revista confortavelmente em seu sofá nem imagina o trabalhão que dá pra que ela chegue até às mãos do leitor. O Como É Que Se Faz ensina passo a passo como se faz uma revista.
O quadro a Ciência Doméstica mostra os vários cuidados com as podas de plantas e truques que vão mudar o que se pensa a respeito dessa atividade, com a presença confirmada de especialistas da área.
No duelo entre uma vassoura e uma espada, quem você acha que leva a melhor? Quem tem um pouco mais de idade, com certeza se lembra desse duelo implacável de lendários jingles eleitorais. E quem lembra disso certamente não se esqueceu da popularíssima "Porta da Esperança", que o programa encontrou lá no fundo do Baú.
Para dar um toque final, ele, Almanaquias, não poderia faltar! Sabe qual o ponto mais ao norte do Brasil? Conhece a origem da famosa "vaquinha"? Essas e outras almanaquices, só no Almanaque Brasil!
Apresentação: Luciana Melo
"As Hiper Mulheres" premiado no festival de Gramado
Assinado por Carlos Fausto, Leo Sette e Takumã Kuikuro, e produção da AIKAX, Associação Indigena dos Kuikuro do Alto Xingu, do Documenta Kuikuro - DKK, e do Vídeo nas Aldeias, "As Hiper Mulheres" é fruto de uma parceria entre cineastas indígenas e não índios.
Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar mais uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.
Acadêmicos propõem ao MEC política de apoio a indígenas nas universidades
Nos dias 22 e 23 de agosto uma comissão de acadêmicos indígenas da coordenação do Projeto Rede de Saberes esteve no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, apresentando proposta de um programa de apoio a permanência de indígenas nas universidades. A comissão foi formada por Marcelo Ribeiro Coelho e Luiz Henrique Eloy, da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Roselaine Miguel, da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Carolina Vicente, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).
O secretario da Educação Superior (Sisu/MEC), Luiz Cláudio Costa, se comprometeu a, em breve, convocar os índios para uma segunda reunião para dar encaminhamento à proposta. Ao expor suas experiências na universidade os indígenas perceberam que a Sisu desconhecia a realidade dos índios no Ensino Superior. “O acadêmico deixa sua comunidade e vai estudar na cidade, onde não tem onde morar e como se sustentar por isso urge a criação de uma política pública que garanta a efetiva permanência do indígena na universidade”, explicou Luiz.
Ao falar das dificuldades enfrentadas para concluir o curso, a acadêmica de Direito da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Carolina Vicente contou sobre o preconceito. Luiz Cláudio e a chefe de gabinete, Roberta Adami, ficaram surpresos com os relatos, pois imaginavam que situações de preconceito com indígenas não existiam dentro das universidades.
Os acadêmicos participaram também de reunião no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Com a coordenadora geral do Programa de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do CNPq, Maria Ângela Cunico, os estudantes discutiram sobre a necessidade de incentivar linhas de pesquisa indígena. “Hoje nós temos pesquisadores índios falando de suas próprias comunidades e um número significativo de acadêmicos inseridos em programas de iniciação científica então porque não fomentar linhas de pesquisa nessa área? Seria uma forma desses profissionais índios darem uma devolutiva para suas comunidades”, questionou Luiz.
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