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Histórias indígenas alimentam imaginação do público durante a FLIMT

As histórias indígenas trazem imagens inusitadas e belas, que tentam explicar os humanos, os fenômenos da natureza e a origem das coisas procurando sempre dar sentido e criar diferentes modos de vida. Essas histórias serão contadas por escritores e professores durante a Feira do Livro Indígena de Mato Grosso (FLIMT).

As “Rodas de Histórias Indígenas” começam na quarta-feira, às 11h, na Oca Central, e vão encher os ouvidos de crianças e adultos que acompanharem as atividades. A primeira roda será comandanda por Ely Macuxi e Eliana Potiguara. À tarde, a “Roda de História” será no Pavilhão da República, a partir das 15h30, com o escritor Cleomar Umutina e com Yaguarê Yamã, índio do povo Saterê Mawé que vive na fronteira entre os Estados do Amazonas e do Pará.

Na sexta-feira (09.10), mais rodas acontecem. "De manhã, às 11h, a atividade será na Oca Central priorizando a temática feminina. Nós pensamos em uma roda só composta de mulher indígenas para este horário”, explica Cristino Wapixana, vice-coordenador nacional do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas (Nearin). O Nearin é parceiro da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) na idealização da FLIMT.

Às 16h, também na sexta-feira, a roda será no Stand Nearin, com os escritores Elias Seixas e Olívio Jekupé. Olívio é Guarani da Aldeia Krukutu, autor de diversos livros, que contam mitos, poesias e histórias dos índios Guarani. Entre os títulos, “Verá – O contador de histórias”, “Larandu – O cão falante” e “Xerekó Arandu - A morte de Kretã”.

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