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Falta difusión a literatura indígena, advierte autora

Enriqueta Lunez considera que la lengua indígena representa un reto para estudiosos y críticos

La poesía y la narrativa en lengua indígena representan un reto para los estudiosos y críticos de la literatura actual, ya que suelen ceñirse exclusivamente a los cánones provenientes del Viejo continente, opinó la poeta tzotzil, Enriqueta Lunez.
Al participar en el Primer Encuentro Regional de Mujere s indígenas en el Arte, reiteró que las dificultades que enfrentan los especialistas respecto a obras en las lenguas mexicanas se originan 'porque han sido formados en una visión etnocentrista, que se resiste a admitir en la palabra poética a lo que no se adapta al Viejo continente'.
Ante ello, dijo, 'es evidente que empezamos a cuestionar lo que nos preocupa y a tomar de manera activa responsabilidades que puedan ayudarnos a mejorar nuestro quehacer creativo'.
Pero también 'muchas de las veces somos átomos en el aire. Cada quien lucha en su trinchera, no hemos logrado consolidarnos como un grupo que luche por las expresiones culturales de los pueblos, defendiendo sus derechos y al mismo tiempo exigiendo los suyos.
'Porque si bien de nosotras depende la transmisión de la lengua también depende que sea considerado un arte y eso se logrará en la medida que unamos fuerzas y que todos los proyectos creativos en cada una de las disciplinas se realicen en perfecta maestría', agregó.
Lunez enfatizó que el trabajo de la mujer creadora indígena 'se multiplica y por ello en alguno de los casos son voces emblemáticas de espacios libres, o bien, voces que embellecen teatros nacionales e internacionales, ferias de libro y programas de radio'.
Empero, también sufren 'del desinterés social e institucional en su promoción, por lo que la cantante, poeta, escultora termina de exponer su obra para sí misma por la falta de interés de difusión institucional'.
Desde la poesía, dijo, quiero significar que es un producto emocional y cultural, porque a través un poema podemos tener una visión del mundo, una cosmovisión de la vida y a una apreciación de lo que podemos llegar a expresar.
'Comunicar e invocar a través del lenguaje forma parte de esta visión del mundo, si además la poesía proviene de una mujer, de una comunidad indígena la poesía adquiere una visión de la cultura contemporánea y la ha colocada en una posición de reto intelectual', dijo.
'Pues actualmente es un reto comprender y disfrutar la diversidad de pensamiento, de visión del mundo y de expresión linguística', manifestó. En otro tema, indicó que entre la mujer mexicana indígena 'cobra mayor fuerza en la tarea cultural, por ello provoca que la mujer entre en la disyuntiva de dedicarse a la casa de tiempo completo o a combinar su dedicación al arte y la casa'.
'Desde esta perspectiva, la mujer indígena no se preocupa solo por transmitir los haberes a los hijos, sino ahora se preocupa por enseñar y difundir su cultura, a través de su obra', concluyó.

MÉXICO |
Notimex | El Universal

cvtp

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Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 34 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do país.

Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o país! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nu, limitado e inferior que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista que Daniel Munduruku concedeu ao Blog do A’Uwe por e-mail.



Visite o site do escritor: www.danielmunduruku.com.br

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