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Lúcia Fernanda Kaingang na Suiça


Desde o dia 10 de outubro a jovem advogada indígena Lúcia Fernanda Kaingang está em Genebra, Suiça, para participar de reunião da Organização Mundial da Propriedade Intelectual - OMPI. Ela representa o Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual - INBRAPI - única organização indígena brasileira com assento nesta organização criada pela ONU para tratar do tema da Propriedade Intelectual.
Nossa intelectual estará pela europa até o dia 01 de novembro quando retorna para o Brasil.
Ela contou que está de mudança para sua aldeia no Rio Grande do Sul de onde irá dirigir o Inbrapi. Considerou esta mudança essencial para aproximar-se ainda mais de sua cultura e educar o filho, Kyfe. Segundo a advogada o Inbrapi já provou que é uma instituição que veio para ficar e mostrou competência em todas as suas ações. Dessa forma, disse ela, não importa o lugar onde estará, pois a instituição estará com ela.
Desejamos muita boa e produtiva viagem à Lúcia.

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Daniel Munduruku, índio e escritor

Postado no Blog da TV CULTURA
28/07/2009 | 18h00 | Mariana Del Grande

Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 34 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do país.

Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o país! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nu, limitado e inferior que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista que Daniel Munduruku concedeu ao Blog do A’Uwe por e-mail.



Visite o site do escritor: www.danielmunduruku.com.br

Em breve a Loja…

Garimpo invade bacia do Tapajós

por


Os riscos apontados para a bacia do Tapajós deixam claro que a região amazônica, apesar do aumento nos índices de queda no desmatamento, continua a ser tratada como o grande almoxarifado de recursos naturais do planeta. As ações planejadas para a maior bacia hidrográfica do mundo não se restringem a planos de construção de uma sequência de usinas rios adentro. Bastou o governo informar que parte das terras que pertenciam às unidades de conservação da Amazônia havia sido desvinculada das áreas protegidas para que se tornassem alvo de ações de garimpo e extrativismo ilegal. A reportagem é de André Borges e publicada pelo jornal Valor, 26-07-2012. A pressão cresceu e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) tem procurado controlar a situação e deter a entrada de pessoas na região, mas seu poder de atuação ficou reduzido, porque está restrito às áreas legalmente protegidas. “Com a desafetação (redução) das áreas, muita gente está se mexendo para…