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Defienden valor de la literatura indígena



La especialista asegura que la literatura indígena debe ser considerada al mismo nivel de la que se crea en otras culturas. ESPECIAL
  • Enfatizó en que las universidades deben hacer a un lado la división entre lo culto y lo popular
  • Asegura que su reconocimiento generará igualdad
La especialista Isabel Contreras Islas dice que la literatura indígena debe ser vista como arte no como mero producto antropológico

CIUDAD DE MÉXICO (12/OCT/2010).- La literatura indígena tiene calidad y estética propias que deben permitirle ser reconocida como arte y dejar de ser juzgada sólo como trabajo antropológico o etnográfico, sostuvo la especialista Isabel Contreras Islas.

La académica del Departamento de Letras de la Universidad Iberoamericana puso énfasis en que son las universidades las que primero deben hacer a un lado la división entre lo culto y lo popular, que no reconoce la diversidad del país y del mundo.

Contreras Islas, quien desde hace ocho años encabeza el proyecto Oralidad, Tradición y Cultura Popular en México, la literatura indígena debe ser considerada al mismo nivel de la que se crea en otras culturas, como la mestiza por ejemplo; de hacerlo se estará reconociendo esa diversidad y generando igualdad, además de estar ampliando la visión sobre nuestro país y entorno.

 La doctora informó que los estudios que desarrolla y promueve la Universidad Iberoamericana en diversas partes del país han demostrado que la literatura de las comunidades indígenas es arte y se desmarca de esa connotación propagada que lleva al no reconocimiento.

La Ibero, además de su intensa colaboración con el Instituto Superior Intercultural Ayuuk en Oaxaca y de su trabajo social en la zona norte de Chiapas, ha trabajado proyectos de rescate de la oralidad con las comunidades ñañú de Querétaro y en Santiago Tuxtla, Veracruz.

 Trabajar desde esa visión, del reconocimiento de la literatura como arte y creación vigente, estaría también erradicando esa idea de presentar los textos indígenas como cosas muy del pasado, cuando bien se sabe que esas culturas aún existen.

Reconocer la presencia de esas culturas, desde sus diversas manifestaciones, representará no sólo una amplia riqueza en diversidad sino un mayor intercambio de experiencias y formas de vida y creación literaria, acotó. 
CRÉDITOS: NTX / IAMR Oct-12 17:48 hrs

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Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 34 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do país.

Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o país! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nu, limitado e inferior que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista que Daniel Munduruku concedeu ao Blog do A’Uwe por e-mail.



Visite o site do escritor: www.danielmunduruku.com.br

Em breve a Loja…