28 de set. de 2010

VOU MARINAR PARA MANTER A ESPERANÇA
[Por Daniel Munduruku]
Tenho pensado e repensado sobre o processo eleitoral deste ano. Dediquei-me especialmente em ouvir os candidatos para o cargo de presidente por considerar que temas nacionais repercutem de forma mais real no nosso dia a dia muito embora a gente não se dê conta disso.
O que as campanhas têm me mostrado é que o momento é de mudar. Não dá para continuar a manter um padrão econômico que nos leva para uma ilusão desenvolvimentista que trará arrependimento dentro de alguns anos. Sem querer ser profeta posso afirmar que a história está se repetindo e nos oferecendo sim uma ilusão que passa pela febre do consumo que, dizem, é fruto do desenvolvimento que Dilma e Serra representam. Aliás, os dois candidatos já mostraram isso através de seus partidos que governaram o país nos últimos 16 anos. De lá para cá o Brasil cresceu, seu povo não. E não adianta pensar na transferência de renda ou na passagem de uma classe a outra. Pura ilusão. Aqui falo de consciência cidadã, participação, empoderamento, acesso à cultura ou aos bens culturais. Nisso estamos a anos-luz de conquistar especialmente por conta da política econômica já mostrada por ambos partidos.
Confesso que confiava na capacidade de Lula em governar com a cara voltada para a população. Tinha expectativa de uma política voltada para os povos indígenas em que lhes fossem dadas condições para viver uma vida digna dentro de um país plural. Não aconteceu. Aos nossos povos foram dadas migalhas, como ao resto do Brasil. Migalhas, dizem, é melhor que nada. Não concordo. Migalhas são sobras do que cai da mesa dos que podem mais. Isso não é cidadania, é esmola. Esmola não dignifica, humilha. Quando percebi isso, descobri que eu também fui enganado.
Estava, por conta disso tudo, sem esperança alguma. Votar em Dilma ou Serra é como aceitar a empulhação [sf (empulhar+ção) Ato ou efeito de empulhar; logro, engano, troça, empulhamento]. É aceitar o econômico como a única e absoluta forma de viver e por isso ver a floresta amazônica sumir sob nossos olhos [e graças ao poder econômico]; as manifestações culturais [regionais, nacionais, estaduais] serem engolidas e transformadas em folclore barato através dos programas de incentivo à cultura; ver os talentos de nossos jovens transformados em bolsas [inclusão social, cotas, família, etc.]. Definitivamente isso não me interessa e não deveria interessar ao povo brasileiro.
Foi aí que surgiu a novidade.  Foi quando minha esperança saiu de seu esconderijo e fez despertar em mim aquela ponta de expectativa, aquele desejo de acreditar, aquele sentimento que vai além de mim mesmo.  Fez-me Marinar. Isso. Quero Marinar. Nisso sinto cheiro do novo, do povo, de mim mesmo. Sinto cheiro de esperança [talvez a mesma que Lula me fazia aspirar tempos atrás]. Sou movido pela esperança. Neste caso, ela tem um novo nome.
Não se sabe como seria um governo de Marina, como antes não se sabia como seria o de Lula. Havia medo. Havia temor. Havia receios. O novo nos deixa assim. Mais que normal. O que sei é que precisamos de algo novo. Algo que saiba aliar desenvolvimento com recursos naturais; crescimento com educação; a floresta e a saúde. Enfim, precisamos [de novo] que a esperança vença o medo.
Vou Marinar porque preciso de uma marina, um porto seguro [honesto, transparente, verdadeiro] para atracar meu barco [meus sonhos, meus direitos, minha humanidade];
Vou Marinar porque busco o novo [visão humanista, solidariedade, coragem];
Vou Marinar porque não perdi a fé no ser humano;
Vou Marinar porque confio na força dessa mulher [que representa a luta de todas as mulheres brasileiras];
Vou Marinar porque sou um homem do povo [indígena, lutador, corajoso, guerreiro];
Vou Marinar porque quero trocar o vermelho [ do bolso, do capital, das veias abertas, da corrupção que sangra a todos nós] pelo verde [da floresta, da esperança, da cultura, da diversidade].
E quem for sincero, honesto, humano...que me siga! [como diria Chapolim Colorado].

23 de set. de 2010

Brasil: Indígenas, internet e interculturalidad

Surui woman
Foto de la usuaria de flickr Lorena Medeiros,
publicada bajo licencia Attribution-ShareAlike 2.0 Generic Creative Commons
La idea comúnmente apoyada en el imaginario colectivo brasileño, de que el indígena brasileño ya no es más considerado indígena tan pronto como acepta las costumbres y tecnologías heredadas de Occidente, es rebatida por una realidad en la que las aldeas indígenas están usando herramientas de informática y tecnología con más frecuencia precisamente para defender de manera más eficiente sus estilos de vida y cultura indígena.
En el blog  Taqui Pra Ti [pt], un artículo del Profesor José Bessa Freire, coordinador del Programa de estudios indígenas (Universidad de Río de Janeiro) [pt] e investigador del Programa de Graduados en Memoria Social (UNIRIO) [pt] discute la apropiación de los indígenas de los medios de comunicación ciudadanos disponibles en la red y el uso de contenido multimedia para promocionar la socialización, reclamar derechos y afirmar la identidad indígena en el ciberespacio:
No Brasil, índios de diferentes línguas e etnias foram estimulados a usar a Internet por organizações governamentais e não governamentais. Embora a situação ainda seja bastante precária, inúmeras das 2.698 escolas indígenas existentes nas aldeias, frequentadas por mais de duzentos mil alunos, foram dotadas de computadores. Ali onde isso não foi possível, os computadores dos postos de saúde da Funasa foram disponibilizados dentro dos Pontos de Cultura no Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão.
En Brasil, los indios de diferentes lenguas y etnias fueron estimulados por organizaciones gubernamentales y no gubernamentales a usar internet. Aunque la situación sea bastante precaria, un número de 2.698 escuelas indígenas existentes en las aldeas, frecuentadas por más de doscientos mil alumnos, fueron equipadas con computadoras. Y en donde ello no fue posible, las computadoras de los puestos de salud de Funasa fueron puestas a disposición dentro de los Centros de Cultura como parte del Programa Gobierno Electrónico – Servicio de Atención al Ciudadano [pt].
Con un mayor acceso a internet, los primeros sitios de internet indígenas comenzaron a aparecer en 2001. Según Eliete Pereira, del Centro de Investigación Atopos de la Facultad de Artes y Comunicación de la Universidad de San Pablo [pt], la presencia indígena en internet es todavía algo errática [pt]. En un mapa que ella preparó sobre la participación indígena en internet [pt], Eliete encontró tres tipos de sitios: sitios personales, sitios correpondientes a etnias particulares y sitios de organizaciones indígenas.
Los poseedores de sitios personales usaron internet de manera innovadora para mostrar la producción indígena individual. En esta categoría, por ejemplo, encontramos los sitios de los escritores Daniel Munduruku [pt] y Eliane Potiguara [pt], en los cuales los autores presentan sus libros e interactúan con sus lectores. También encontramos los blogs de distinguidos líderes indígenas como Ailton Krenak [pt].
Los sitios pertenecientes a grupos étnicos específicos han sido diseñados para brindar visibilidad nacional e internacional a etnias indígenas particulares a través de la diseminación del arte, la artesanía manual indígena, patrones de diseño, narrativas, y lenguas de diferentes grupos étnicos. Éste es el caso de los Baniwa [pt], los Ashaninka [pt] y muchos otros que, después de participar en la discusión sobre el acceso a la tecnología de la información y a internet por parte de los indígenas en 2005 en Río de Janeiro, y de seguir la inauguración del portal Red de Pueblos de la Selva [pt], comenzaron a usar estas herramientas digitales como parte de proyectos educativos basados en la interculturalidad y auspiciados por el Ministerio de Educación (MEC) [pt] y ONGs como El Instituto socio-ambiental [pt].
Finalmente, los sitios creados por diferentes organizaciones indígenas están presentes en la web a través de instituciones que representan los diferentes grupos étnicos, que abarcan colectividades locales, regionales o nacionales, y que están asociadas con la lucha por derechos a la tierra, educación bilingüe y salud para la población indígena. Estos sitios son herramientas para reclamar derechos y buscar la acción política. Los ejemplos incluyen La Coordinación de Organizaciones Indígenas del Amazonas Brasileño (COIAB) [pt], los Indígenas Brasileños en la Red [pt] y la Federación de Organizaciones Indígenas de la Regíon del Río Negro (FOIRN) [pt].
Los Suruí, la tecnología de la información y la selva Amazónica
Un caso muy exitoso de acción política que focaliza en el uso de las tecnologías digitales es la iniciativa perseguida por Almir Narayamoga Suruí [ing], jefe de la tribu Gamebey de los Indígenas Suruí de Brasil [ing] quienes viven en la aldea indígena de Sete de Setembro [Siete de Septiembre] en el estado de Rondônia, Brasil. La selva ya ha tenido un rol importante en las vidas de los Suruí, tanto desde un punto de vista cultural como desde uno económico, que es la razón por la cual la tribu de Almir está dedicada a reforestar y combatir la deforestación en tierras ancestrales a través del uso de herramientas como Google Earth y GPS.
En esta primera consulta en 2007, Almir intentó encontrar su aldea en la imagen satelital de Google Earth. Inmediatamente notó cuánto del territorio de su pueblo estaba siendo amenazado por la deforestación desenfrenada de la selva circundante. Pero, al mismo tiempo que se fue preocupando sobre lo que había encontrado, también notó que la solución estaba justo frente a sus ojos; internet podría darle a los Suruí la visibilidad y fuerza cultural necesaria para proteger la selva.

Imágenes de las tierras Suruí vistas desde Google Earth
Una asociación entre Google Outreach - el brazo social de Google, y la asociación indígena Metareil'a fue firmada poco tiempo después durante 2008. El primer resultado tangible de esta sociedad, el llamado mapa cultural, fue puesto a disposición a los navegantes de internet (usando Google Earth), incluidos los Suruí que navegan internet. Con la asistencia técnica de ACT-Brasil [pt], el mapa fue preparado basándose en información recolectada en conjunto con los ancianos y hombres sabios que estaban familiarizados con la historia y las características del territorio de la tribu.
Para Almir, la relación entre los Suruí e internet, esta “herramienta del hombre blanco” es un intento innovador de asegurar que el “contacto” refuerce, no que corrompa, el estilo de vida indígena. En el caso de los Suruí, su primer contacto [pt] con la cultura y sociedad brasileña de influencia europea sucedió en septiembre de 1969:
[Há] apenas 40 anos os primeiros homens brancos penetraram em nossa floresta. Cheios de esperança, recebemos estes visitantes com a intenção de estabelecer relações de paz com o mundo externo. Contudo, nossa esperança para o futuro se deparou com imensa tragédia. Apenas dois anos depois do primeiro contato, a população Suruí diminuiu de 5.000 pessoas para 290. Além de muita gente nossa morrer devido a doenças novas para nós, nossa cultura foi ameaçada de extinção por causa da morte de nossos anciãos. Aos 17 anos, assumi o papel de chefe. Hoje, busco apoio do mundo externo, com esperança renovada.
[Hace] apenas 40 años los primeros hombres blancos penetraron en nuestra selva. Llenos de esperanza, recibimos a estos visitantes con la intención de establecer relaciones de paz con el mundo externo. Pero, nuestra esperanza para el futuro fue defraudada con inmensa tragedia. Apenas dos años después del primer contacto, la población Suruí disminuyó de 5.000 personas a 290. Además que mucha gente nuestra murió debido a dolencias nuevas para nosotros, nuestra cultura fue amenazada de extinción a causa de la muerte de nuestros ancianos. A los 17 años, asumí el papel de jefe. Hoy, busco apoyo del mundo externo, con renovada esperanza.
Según la ONG Aquaverde [pt] los Suruí han sido “precursores” y “un ejemplo” para otros grupos indígenas en una lucha eficiente contra los invasores y  destructores de sus tierras, pero
[e]ste sucesso ainda é frágil e ameaçado, precisa se consolidar, mas o desmatamento não progride mais nas terras Suruí. Infelizmente, várias áreas foram profundamente afetadas pela falta da floresta. No entanto, os Suruí conseguiram se libertar da dependência dos madeireiros, voltar às suas atividades tradicionais e desenvolver novas, tais como: piscicultura ƒ, cafeicultura e artesanato.
[e]ste suceso aunque es frágil y está amenazado, necesita consolidarse, pero al menos la deforestación no avanza más en las tierras Suruí. Desafortunadamente, varias áreas fueron profundamente afectadas por la falta de selva. Entretanto, los Suruí consiguieron liberarse de la dependencia de los madereros, volver a sus actividades tradicionales y desarrollar otras nuevas, tales como: la piscicultura, el cultivo de café y la creación de artesanías manuales indígenas.

Mapa cultural Suruí
Una segunda iniciativa ha sido el entrenamiento tecnológico para alrededor de 20 indígenas brasileños en las oficinas generales de la asociación en Cacoal. Un tercer paso perseguirá la etapa más ambiciosa de la “asociación” usando los recursos de internet: combatir la deforestación de la Reserva Sete de Setembro en tiempo real. Para lograr esto, a los Suruí se les darán teléfonos inteligentes que están equipados con el sistema Android de Google, los cuales le permitirán captar los casos de deforestación en tiempo real, publicar imágenes en internet y enviarlas al mundo y a las autoridades correspondientes.
El argumento de que la identidad indígena está perdida debido a la adopción de tecnologías digitales entonces queda sin fundamento. De hecho, los Suruí tienen intención de reforzar su derecho a preservar, en la mayor medida posible, su relación con el planeta y la cultura heredada de sus ancestros.
Vean un video: Cambiando arcos y flechas por laptops

20 de set. de 2010

Uma imagem vale mais que qualquer palavra

Esta foto foi tirada durante a exibição do filme "Terra Vermelha" na aldeia Krukutu, na zona sul de São Paulo. O Curumim em questão desdobrava-se para prestar atenção ao filme e ao livro que carregava sempre consigo. Um verdadeiro símbolo para aumentar nossa autoestima e nossa esperança. Deixe seu comentário.
Esta foto é do meu acervo pessoal.

19 de set. de 2010

URGENTE Pedido de Nossos parentes de Colombia(Alberto Achito)Aliança Mexicana

Señor
Felipé Calderon
Presidente de Mexico
 
Nuevamente de manera muy respetuosa solicitamos que se digne en frenar el accionar violenta en contra de los campesinos e indígenas de san Juan de Copala. Un gobierno democratico no se puede guardar silencio ante la terrible situación y el grave peligro en que viven las 50 familias de la comunidad triqui de San Juan Copala, que en estos momentos estan secuestradas por una banda de asesinos, que según información que nos han llegado de los voceros y victimas del Municipio Autonómo el cometido los estan haciendo los integrantes del grupos paramiltares de la UBISORT y del MULT.
 
En Copala según comunicaciones que recibimos constantemente vive una guerra de exterminio y es lamentable que el pueblo de Oaxaca y la mayoría de sus organizaciones hayan permanecido calladas hasta ahora. Hay denuncia preocupante que el gobierno que encabeza Ulises Ruiz protege a los asesinos; motivo que nos ha llevado a dirigirnos ante usted, en su condición de mandatario de Mexico. por que nos interesa saber la suerte de cientos de indígenas cuya vida se encuentra en esos momentos en grave peligro de ser masacrado vilmente.
Ante la terrible situación que priva en estos momentos en San Juan Copala, solicitamos que usted se digne en enviar una misión humanitaria y de defensores de derechos humanos  de su país, para que evite que se cometa cualquier terrible masacres de civiles indefenso, así como facilite con
 URGENTE la presencia en terreno de la Cruz Roja Interrnacional para que impulse las medidas humanitarias básicas que garanticen la vida a decenas de familias triquis que están ubicadas en una zona de guerra.
 
En espera de una buena noticia de la protección que le pueda brindar su gobierno, suscribo la presente en nombre del pueblo Embera de colombia
 
atentamente
 
Alberto Achito
Autoridad tradicional Embera Dovida 
 
 

Subject: FW: ALTO A LA MASACRE CONTRA EL PUEBLO DE COPALA



Favor de difundir urgentemente con sus contactos, esto no se puede seguir callando.
Amig@s: favor de difundir es urgente, saludos.

Angeles



COMUNICADO DE PRENSA
ALTO A LA EN MASACRE EN SAN JUAN COPALA  
16 de Septiembre del 2010

A las Organizaciones Sociales y a los Pueblos de Oaxaca
A los pueblos de México
A los Organismos de Derechos Humanos Nacionales e Internacionales
A los Medios de Comunicación:
 
La Unión de Comunidades Indígenas de la Zona Norte del Istmo- UCIZONI; la Alianza Mexicana por la Autpderetminación de los Pueblos (AMAP) y el Movimiento Agrario Indígena Zapatista (MAIZ) no podemos guardar silencio ante la terrible situación y el grave peligro en que viven unas 50 familias de la comunidad triqui de San Juan Copala, que en estos momentos estan secuestradas por una banda de asesinos, que según señalamientos de los voceros del Municipio Autonómo son integrantes del UBISORT y del MULT.
 
Tenemos información confiable de que en las últimas horas, decenas de paramilitares han tomado las instalaciones del Municipio Autonómo y cercado toda la comunidad y que decenas de familias estan encerradas en sus casas, sujetas a amenazas de muerte; es decir estan secuestradas y de que hay dos mujeres triquis heridas: Maria Rosa Francisco y Maria Rosa Lopez quienes se encuentran graves y que no han sido atendidas por un médico ni han podido salir  de Copala para recibir atención médica.
 
En Copala se vive una guerra de exterminio y es lamentable que el pueblo de Oaxaca y la mayoría de sus organizaciones hayan permanecido calladas hasta ahora. Sabemos bien que el gobierno que encabeza Ulises Ruiz protege a los asesinos; como también sabemos  que al Gobierno de Felipe Calderón no le interesa la suerte de cientos de indígenas cuya vida| se encuentra en esos momentos en grave peligro.
 
Es momento de que los pueblos de Oaxaca y de México, es momento de que las organizaciones de mujeres y los grupos de Derechos Humanos, hagamos un esfuerzo por frenar la barbarie y exigir castigo a los asesinos y violadores de decenas de mujeres triquis; a los criminales que han matado a jóvenes mujeres como Felicitas Martinez o Teresa Bautista; a paramilitares que le han arrancado la vida a defensores de derechos humanos como Jyri Jaakkola o Bety Cariño.
 
La solución del conflicto en la región Triqui sólo será posible si se castiga a los autores materiales e intelectuales de tanto crimen; para resolverlo es necesario también el crear espacios de dialógo respetuoso y por ello YA es momento de que las organizaciones triquis y en particular el MULT  demuestren su voluntad por establecer la paz en la región Triqui. Es momento YA que demuestren que no son una pieza más de Ulises Ruiz quién a toda costa busca vender cara su derrota.
 
Ante la terrible situación que priva en estos momentos en San Juan Copala, es URGENTE hacer un llamado a la Cruz Roja Interrnacional para que impulse las medidas humanitarias básicas que garanticen la vida a decenas de familias triquis que están ubicadas en una zona de guerra. Ante la incapacidad del Estado Mexicano es urgente también que los organismos no gubernamentales de Derechos Humanos acudan ante organismos internacionales como la CIDH para que sean dictadas medidas cautelares en favor de la población de Copala.
 
 
ALTO A LA MASACRE CONTRA EL PUEBLO DE COPALA
¡ BASTA DE SILENCIO COMPLICE!
 
Atentamente
MOVIMIENTO AGRARIO INDIGENA ZAPATISTA-MAIZ
ALIANZA MEXICANA POR LA AUTODETERMINACION DE LOS PUEBLOS-AMAP
UCIZONI

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...