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Lei Maria da Penha foi tema do 9º Encontro de Mulheres Indígenas de Mato Grosso

Da Redação

Foi realizado, entre os dias 5 e 7 de Setembro, o 9º Encontro de Mulheres Indígenas de Mato Grosso, sob a organização da Takiná – Associação das Mulheres Indígenas de Mato Grosso, sob a coordenação do Conselho Estadual da Mulher e apoio da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs) através da Superintendência de Políticas para Mulheres. O evento foi realizado na Aldeia do Rio Formoso, em Tangará da Serra e teve como objetivo principal a discussão da Lei Maria da Penha e do alcoolismo. 

A superintendente de Políticas para Mulheres, Ana Emilia Sotero palestrou sobre o tema “Lei Maria da Penha e a Diversidade Cultural” para mais de 150 mulheres indígenas de diversas etnias. “Notei que as mulheres que participaram do Encontro foram muito atuantes, fizeram muitos questionamentos a respeito do tema e solicitaram que acontecesse mais vezes”.
A coordenadora Municipal de Políticas para Mulheres de Tangará da Serra, Vânia Lucia Janones, ressaltou a importância do evento para que os indígenas pudessem ter conhecimento da Lei Maria da Penha e das complicações que o alcoolismo pode acarretar, não só para o branco, mas para os índios também. “O nosso objetivo é conscientizar os mais velhos dos problemas e orientar os mais jovens. Estiveram presentes também autoridades indígenas locais. 

CONSELHO DA MULHER 

Composto por 15 membros, o Conselho da Mulher tem como objetivo principal a defesa da mulher através da implementação de políticas públicas nos diversos aspectos de sua vida: saúde, segurança e justiça, direitos, trabalho e emprego. Além disso, o Conselho também realiza um trabalho de informação a respeito da Lei Maria da Penha através de palestras, seminários e reuniões.
O Conselho da Mulher faz parte dos 13 conselhos ligados à Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs). 

Fonte: O Documento

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Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 34 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do país.

Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o país! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nu, limitado e inferior que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista que Daniel Munduruku concedeu ao Blog do A’Uwe por e-mail.



Visite o site do escritor: www.danielmunduruku.com.br

Em breve a Loja…