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Aldea Ty Global Indígena Avá Guarani del Oco'y, "Tava Guasu Avá Guarani Retã".

Aldea Ty Global Indígena Avá Guarani del Oco'y, "Tava Guasu Avá Guarani Retã".
Brasil - Paraguay – Argentina – Uruguay.

Oscip Guarany, Trabajo en Ejecución de los Ava Guarani en la Región Oeste del Paraná,
Triple Frontera y MERCOSUR.

Foz de Yguasú, 01 novembro de 2010
OSCIP GUARANY
 
DIVULGA NO EXTERIOR em Ytusaingo - Corrientes - Argentina o Lancamiento do Dicionario Audio-Visual da Língua Guarani do Mercosul apresentada em Curitiba e agradece aos patrocinadores: SESI/PARANÁ / CARTEIRA INDIGENA E AOS APOIADORES NA CONCRETIZACAO DESTE GRANDE SONHO: ANINPA, ARPINSUL, FUNDACEN, AAJBC, PNUD, SODETEC, PREFEITURA DE CURITIBA, ATENEO DE LENGUA Y CULTURA GUARANI DE ASUNCIÓN - PARAGUAY E A REGIONAL DE ATENEO DE LENGUA Y CULTURA GUARANI DE YTUSAINGO - CORRRIENTES - ARGENTINA pelo apoio incondincional na realizaçao deste grande OBRA.
 
LANZAMIENTO DEL DICCIONARIO GUARANI AUDIO VISUAL DE LA 
NORMA GRAMATICAL GUARANI DE LA LENGUA DEL MERCOSUR.
       SITE: www.dicionarioguarani.com
Los Ava Guarani de la Triple Frontera (BR - PY – AR), envia su representante legal, Antonio Cabrera (Tupã Ñemboáguervijú), Vice-Presidente de la Organización OSCIP GUARANY para participar como EXPOSITOR del GRAN EVENTO en Corrientes, Ytusaingo, Argentina y aprovechar la presencia de todos para solicitar al PARLAMENTO DE MERCOSUR la CREACIÓN DE UN DECRETO para la Legalización y Normatización del Idioma Guarani con la Ortografia Unificada en los 4 países miembros báse: Paraguay – Brasil – Argentina – Uruguay y su reconocimiento legal como PATRIMONIO CULTURAL DEL MERCOSUR y para presentar el PROYECTO: DICCIONARIO GUARANI DE LA LENGUA DEL MERCOSUR (Ortografia Unificada), “YA HABLAMOS GUARANI” - Jardin Botánico de Curitiba/PR, de 28/10 a 02/11/2010.
Movimiento Indigena Avá Guaraní:

Nosotros Podemos “Táva Guasu Avá Guarani Retã” Trinacional (BR-PY-AR):
08 Maneras de Cambiar al Mundo – Objetivos de Desarrollo del Milénio:
Rumbo a un Mundo Mejor y de Calidad. Fraternidad, Amor y Perdón!
Atenciosamente;
 
Antonio Cabrera
Vice-Presidente da Oscip Guarany  
 
 

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MINHA VÓ FOI PEGA A LAÇO

MINHA VÓ FOI PEGA A LAÇO Pode parecer estranho, mas já ouvi tantas vezes esta afirmação que já até me acostumei a ela. Em quase todos os lugares onde chego alguém vem logo afirmando isso. É como uma senha para se aproximar de mim ou tentar criar um elo de comunicação comigo. Quase sempre fico sem ter o que dizer à pessoa que chega dessa maneira. É que eu acho bem estranho que alguém use este recurso de forma consciente acreditando que é algo digno ter uma avó que foi pega a laço por quem quer que seja. - Você sabia que eu também tenho um pezinho na aldeia? – ele diz. - Todo brasileiro legítimo – tirando os que são filhos de pais estrangeiros que moram no Brasil – tem um pé na aldeia e outro na senzala – eu digo brincando. - Eu tenho sangue índio na minha veia porque meu pai conta que sua mãe, minha avó, era uma “bugre” legítima – ele diz tentando me causar reação. - Verdade? – ironizo para descontrair. - Ele diz que meu avô era um desbravador do sertão e que um dia topou com uma “tribo” sel…

Daniel Munduruku, índio e escritor

Postado no Blog da TV CULTURA
28/07/2009 | 18h00 | Mariana Del Grande

Daniel Munduruku é o maior escritor indígena do Brasil. Graduado em Filosofia e doutorando em Educação na Universidade de São Paulo, ele tem 34 livros publicados e seu nome ocupa as prateleiras das melhores livrarias do país.

Diferente da maioria dos índios, que ainda lutam para derrubar conceitos antiquados em relação as suas culturas e tentam conseguir espaço para mostrar as tradições, Daniel Munduruku vive da literatura indígena e conseguiu um feito inédito: seus livros são adotados em diversas escolas públicas e particulares de todo o país! Um passo gigante em direção ao futuro: nossas crianças já começam a conhecer o índio de verdade, ao invés daquele ser nu, limitado e inferior que, durante cinco séculos, povoou a imaginação da sociedade brasileira.

Leia abaixo alguns trechos da entrevista que Daniel Munduruku concedeu ao Blog do A’Uwe por e-mail.



Visite o site do escritor: www.danielmunduruku.com.br

Em breve a Loja…

Garimpo invade bacia do Tapajós

por


Os riscos apontados para a bacia do Tapajós deixam claro que a região amazônica, apesar do aumento nos índices de queda no desmatamento, continua a ser tratada como o grande almoxarifado de recursos naturais do planeta. As ações planejadas para a maior bacia hidrográfica do mundo não se restringem a planos de construção de uma sequência de usinas rios adentro. Bastou o governo informar que parte das terras que pertenciam às unidades de conservação da Amazônia havia sido desvinculada das áreas protegidas para que se tornassem alvo de ações de garimpo e extrativismo ilegal. A reportagem é de André Borges e publicada pelo jornal Valor, 26-07-2012. A pressão cresceu e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) tem procurado controlar a situação e deter a entrada de pessoas na região, mas seu poder de atuação ficou reduzido, porque está restrito às áreas legalmente protegidas. “Com a desafetação (redução) das áreas, muita gente está se mexendo para…