30 de jul. de 2012

Garimpo invade bacia do Tapajós


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Os riscos apontados para a bacia do Tapajós deixam claro que a região amazônica, apesar do aumento nos índices de queda no desmatamento, continua a ser tratada como o grande almoxarifado de recursos naturais do planeta. As ações planejadas para a maior bacia hidrográfica do mundo não se restringem a planos de construção de uma sequência de usinas rios adentro. Bastou o governo informar que parte das terras que pertenciam às unidades de conservação da Amazônia havia sido desvinculada das áreas protegidas para que se tornassem alvo de ações de garimpo e extrativismo ilegal.
A reportagem é de André Borges e publicada pelo jornal Valor, 26-07-2012.
A pressão cresceu e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) tem procurado controlar a situação e deter a entrada de pessoas na região, mas seu poder de atuação ficou reduzido, porque está restrito às áreas legalmente protegidas. “Com a desafetação (redução) das áreas, muita gente está se mexendo para entrar nas terras. Recebemos pedidos de garimpeiros e de pesquisadores para acampar na região, também estamos recebendo ameaças de invasão. A situação está muito delicada”, diz Maria Lucia Carvalho, chefe do Parque Nacional da Amazônia, ligada ao ICMBio.
Recentemente, o ICMBio autuou uma balsa que estava pronta para iniciar a garimpagem em área que, até dois meses atrás, pertencia à reserva. “Iam começar a tirar ouro da região. Quando informamos que não poderiam fazer aquilo, nos disseram que não tínhamos nada a ver com isso, que aquela área não pertencia mais ao parque e que iriam adiante”, conta Maria Lucia.
A extração de areia é outro alvo. Com o período de seca, que atinge o pico em setembro, diversas praias surgem nas margens do rio, com dunas imensas de areia fina. “Já chegaram dois pedidos para retirada de areia na região doBuburé, dentro do parque nacional.”
Dentro da floresta, também foram detectados focos de exploração de palmito e madeira. “Avisamos que isso poderia acontecer, mas não fomos ouvidos”, diz Maria Lucia. “Não posso me calar sobre o que está acontecendo aqui. Minha crítica é técnica, não é política.”
O Ministério de Minas e Energia está à frente de um programa para tentar regularizar a mineração na região, além de dar uma solução ao caos fundiário. A maior preocupação do ICMBio, segundo Roberto Vizentin, presidente do instituto, tem sido garantir a segurança das áreas protegidas. “É permitido fazer mineração em algumas unidades, desde que respeitado o zoneamento de exploração. O plano de manejo indica onde pode ser feita a garimpagem. No entanto, é preciso legalizar esses garimpos. Quase tudo é ilegal”, diz Vizentin.
Na Floresta Nacional Crepori, por exemplo, que perdeu parte da área para permitir o licenciamento ambiental das usinas, há cerca de 3 mil pedidos de pesquisa e lavra minerais. “O garimpo é uma das questões que mais nos preocupa nessa região. As áreas que serão afetadas pelas barragens estão cheias de garimpeiros. Quando os empreendimentos forem construídos e o lago começar a ocupar as áreas, para onde vão esses garimpeiros? Eles vão ocupar o que puderem. Isso tem de ser controlado”, alerta o presidente do ICMBio.
Com a proliferação dos garimpos, aumenta ainda mais a ocupação irregular em uma região já marcada por conflitos fundiários. Estima-se que só na região da BR-163 – entre a Serra do Cachimbo e Itaituba, no Pará – existam entre 5 mil e 6 mil famílias que demandam regularização de terras.
Há décadas, a região do Tapajós é alvo de milhares de garimpos ilegais em busca de ouro e diamante. Depois de sofrer uma intensa fase de exploração durante os anos 70 e 80, a exploração ficou quase estagnada nas duas décadas seguintes. Nos últimos cinco anos, porém, o garimpo voltou a florescer com força total, mas da pior maneira possível.
Estimativas locais apontam que atualmente há cerca de 60 mil homens trabalhando na extração de ouro e diamante na bacia do Tapajós. É mais da metade dos 110 mil garimpeiros que estão espalhados por toda a Amazônia. “Isso faz do Tapajós o maior garimpo do Brasil”, afirma Seme Sefrian, ex-secretário de Mineração e de Meio Ambiente de Itaituba.
Quase todo esse batalhão atua de forma irregular, seja utilizando materiais ou máquinas proibidas, seja agindo em unidades protegidas ou sem qualquer tipo de autorização. O mercúrio, matéria-prima usada para separar o ouro da terra, segue direto para os afluentes do Tapajós. A terra, depois de lavada com mangueiras “bico-jato”, não é recomposta, deixando para trás imensas crateras de lama.
Para complicar ainda mais a situação, os garimpeiros passaram a utilizar retroescavadeiras para atingir uma profundidade de solo ainda não explorada. Até cinco anos atrás, esse tipo de equipamento, conhecido como “PC”, não existia na região. Hoje, segundo Sefrian, há cerca de 150 retroescavadeiras revirando terras todos os dias na bacia do Tapajós.
O Valor flagrou balsas carregando os equipamentos pelo rio. Apesar da ilegalidade total, tudo transcorre normalmente. O maquinário é caro. Uma “PC” nova, com todos os apetrechos, custa cerca de R$ 600 mil, diz o ex-secretário de Itaituba.
Para quem está no ramo, vale a pena o risco. O Tapajós transformou-se no novo eldorado. A região está produzindo meia tonelada de ouro por mês, o que representa US$ 26, 4 milhões, de acordo com o preço atual do metal. Há cinco anos, o volume mensal girava em torno de 200 quilos. “O preço disparou e o negócio voltou a atrair gente”, contaSefrain.
Em 2005, o preço da onça do ouro (31,10 gramas) teve média de US$ 445. Em 2009, a cotação dobrou e chegou a US$ 974 e não parou mais de subir. Hoje o preço da onça está em US$ 1.643. “O problema é que a exploração hoje está acontecendo de forma muito aleatória. Não existe muito controle do que é retirado, produzido ou vendido na região.”
O negócio é tão bom que até Sefrain, o ex-secretário de Meio Ambiente, virou garimpeiro. Hoje, ele possui uma “PC” e uma pá carregadeira prontas para entrar em ação na unidade de conservação Crepori, entre o sul do Pará e o norte do Mato Grosso. Já contratou 34 homens e diz que tenta legalizar o início da extração.
“É uma situação difícil. Hoje, todo mundo trabalha sem autorização para lavra. Mas é preciso mostrar para a população que o garimpo é bom”, diz. “Eu não consegui ainda a autorização, mas estamos prontos e vamos começar a trabalhar. Nossa dificuldade é a morosidade do Estado para regularizar a exploração.”

http://uniaocampocidadeefloresta.wordpress.com/2012/07/27/garimpo-invade-bacia-do-tapajos/

DIÁLOGOS SOBRE POLÍTICA AMERÍNDIA EM SP







































Casa da Lagartixa Preta: um laboratório de experimentação


 A Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa” é um laboratório para nossas práticas e nossos conhecimentos; para desenvolver o que acreditamos ser importante para uma vida autônoma coletiva e para a transformação da sociedade em que vivemos, na medida em que compreendemos que a transformação coletiva e individual não ocorre separadamente, mas são partes complementares entre si.

A Casa é também um espaço de fortalecimento de relações de amizade, onde há a abertura para troca com outros coletivos e indivíduos, um espaço para expor ideias e práticas do coletivo e de outr@s companheir@s que acabam não tendo espaço em outros lugares. Um espaço para experimentar e difundir essa quebra da lógica da nossa cultura não só no meio libertário, mas no bairro, nas nossas famílias, amigos não-ativistas ou militantes e tantos outros.

Outro fator importante de ter um espaço como esse é a aliança com outros grupos. Assim como temos o nosso laboratório e nossa prática, outros grupos também se colocam na construção do seu e, dessa maneira, a troca fica mais palpável, mais prática e mais real. Criando a rede de trocas autônomas e independentes mais rica e mais forte, onde podemos ficar nos outros espaços-laboratório e trocar conhecimentos práticos e receber outros na Casa da Lagartixa para o mesmo fim, fortalecendo nossos laços, nosso conhecimento, nossa prática e nossa autonomia.


http://www.ativismoabc.org

28 de jul. de 2012

CINE KURUMIN


O Cine Kurumin – Mostra Audiovisual Indígena – realiza exibições de filmes e oficinas de audiovisual e mídias digitais em aldeias indígenas brasileiras. O projeto faz parte da rede do Espalha a Semente e já realizou sessões nas aldeias Tupinambá – Pataxó – Pataxó hãhãhãe – Tumbalalá – Yawalapiti (Alto Xingu).
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Conheça nosso acervo de filmes com temática indígena
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Espelho Partido
Cine Kurumin – Tupinambá / 2011 / 3 min / Livre
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Arupãb Kijetxawê Txihihãe
Cine Kurumin – Pataxó / 2011 / 7′ 28” / Livre
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Plantas Medicinais
Cine Kurumin – Tumbalalá / 2011 / 2 min / Livre
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Educação Indígena Tumbalalá
Cine Kurumin – Tumbalalá / 2011 / 3 min / Livre
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Rádio Livre na Aldeia Tumbalalá
Cine Kurumin – Direção: Denise Santos / 2011 / 9 min / Livre
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Histórias Tumbalalá
Cine Kurumin – Direção: Denise Santos / 2011 / 9 min / Livre
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Tudo ok – Os índios Pataxó hãhãhãe e o desenvolvimento rural
Direção: Fábio Titiá e Piter Anton Zoeffl
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Pajerama
Direção: Leonardo Cadeval
BRA / 2008 / 9 min / Animação / Livre
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Sinopse: Um índio passa por uma torrente de experiências estranhas, revelando mistérios a respeito do tempo e espaço.
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Pachamama
Dir: Eryc Rocha  BRA/ 2008 /105 min/ doc/ Livre
Sinopse: O filme Pachamama – título que significa para os indígenas andinos “mãe-terra” e designa a deusa agrária dos camponeses – narra a viagem do diretor pela floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino. É uma pequena odisséia de trinta dias pela realidade amazônica e andina, que revela um continente em ebulição, perpassado pela cultura milenar andina, que irradia pelo continente sul americano substancia primordial na constituição de novos paradigmas políticos. “A América do Sul vive um momento particular: A terra está fertilizando a política. Não é uma experiência política tradicional, de esquerda, comunista ou socialista, mas uma experiência que vem de uma reflexão cultural, de diferentes movimentos sociais nativos, dos povos originários da cultura Inca. O que acontece na Bolívia é algo que parte da terra, da comunidade, dos indígenas, da relação sagrada do camponês com a terra. A ancestralidade desperta um novo olhar”, explica o diretor.
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Corumbiara
2009 / 117min. / Vincent Carelli
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Sinopse – Em 1985, o indigenista Marcelo Santos, denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara (RO), e Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia, e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, “Corumbiara” revela essa busca e a versão dos índios…
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Indígenas Urbanos
Alba Mora Roca (2009 – 8 min. – Colombia)
Enric Cassú Camps. Etnográfo, Universidad Nacional de Colombia
Los Hernández son una familia indígena que vive en Barrionuevo, un barrio de invasión en la periferia de Leticia, Colombia. Como muchos otros indígenas decidieron emigrar a la ciudad en busca de trabajo, una mejor educacion para sus hijos y atención médica. Esta es una mirada a cómo es ser indígena en el contexto de la globalización.
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Terra Vermelha
Direção:
 Marcos Bechis /2008 / 1h48min
Sinopse: O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowá, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia.
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Kuarup
Dierção: Rui Guerra 1989
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Sinopse – Na década de 1950, um padre, saindo de um isolado mosteiro de Recife, começa a trabalhar como missionário no Alto Xingu. Envolvido em tramas políticas e dilacerado pelos desejos carnais, ele deixa a igreja, vira indigenista e mais tarde, já nos anos 1960, passa a lutar contra o regime militar implantado em 1964. Da obra de Antonio Callado.
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A lenda do dia e da noite
Direção: Rui de Oliveira / 16” / 2000
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Sinopse – Com sutileza, Rui de Oliveira recolhe o mito indígena Karajá do surgimento do dia e da noite. Usa cores, linhas e formas circulares, inspiradas no imaginário visual dos índios.
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Catxêkwyj
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Desenho animado que retrata o mito da agricultura Krahô.
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Iracema uma transa amazônica
Direção: Orlando Senna
Sinopse – O filme começa com a família de Iracema chegando de barco em Belém no Pará, para a festa do Círio de Nazaré. Mesmo com apenas quinze anos, ela permanece na cidade e começa a se prostituir, recebendo as orientações das mulheres mais velhas. Num cabaré, ela conhece o caminhoneiro Tião “Brasil Grande”, que cruza a rodovia Transamazônica transportando madeira. Tião leva Iracema para suas viagens, até que se cansa dela e a deixa num prostíbulo de beira de estrada. Tempos depois, os dois se reencontram rapidamente. Tião parece ter melhorado de vida, está com um caminhão novo e agora transporta gado. Já Iracema está completamente entregue à prostituição e à miséria.
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Indígenas digitais
Direção: Sebastian Gerlic / 2010 / 26 min. / BA – Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) /
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Sinopse: Representantes de várias etnias relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.
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O espírito da tv
1990 / 18min. / Waiãpi/ Vincent Carelli
Sinopse – As emoções e reflexões dos índios Waiãpi ao verem, pela primeira vez, a sua própria imagem e a de outros grupos indígenas num aparelho de televisão. Os índios refletem sobre a força da imagem, a diversidade dos povos e a semelhança de suas estratégias de sobrevivência frente aos não índios.
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Já me transformei em imagem
2008 / 32min. / Hunikui (Kaxinawá)  Zezinho Yube
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Sinopse: Comentários sobre a história de um povo, feito pelos realizadores dos filmes e por seus personagens. Do tempo do contato, passando pelo cativeiro nos seringais, até o trabalho atual com o vídeo, os depoimentos dão sentido ao processo de dispersão, perda e reencontro vividos pelos Huni kui.
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De volta à terra boa
2008 / 21min. / Vídeo nas Aldeias / Panará
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Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.
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A gente luta mas come fruta
2006 / 40min. / Ashaninka
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Sinopse: O manejo agroflorestal realizado pelos Ashaninka da aldeia APIWTXA no rio Amônia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da sua reserva e repovoar seus rios e suas matas com espécies nativas, e por outro, sua luta contra os madeireiros que invadem sua área na fronteira com o Peru.
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O dia em que a lua menstruou
2004 / 28min. / Kuikuroembedded by Embedded Video

Sinopse - Durante uma oficina de vídeo na aldeia kuikuro, no Alto Xingu, ocorre um eclipse. De repente, tudo muda. Os animais se transformam. O sangue pinga do céu como chuva. O som das flautas sagradas atravessa a escuridão. Não há mais tempo a perder. É preciso cantar e dançar. É preciso acordar o mundo novamente. Os realizadores kuikuro contam o que aconteceu nesse dia, o dia em que a lua menstruou.
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Abajo ele colonialismo… Pachamama Libre
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Yndio do Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Yndio_do_Brasil
Sinopse  - Colagem de dezenas de filmes nacionais e estrangeiros de ficção, cinejornais e documentários, revelando como o cinema vê e ouve o índio brasileiro desde quando foi filmado pela primeira vez, em 1912. São imagens surpreendentes, emolduradas por musicas temáticas e poemas, que transportam o espectador a um universo idílico e preconceituoso, religioso e militarizado, cruel e mágico, do índio Brasileiro.
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O Curupira
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“Curupira” é uma animação nacional, dirigida por Humberto Avelar, e financiada pela prefeitura do Rio de Janeiro. Faz parte de uma coleção chamada “Juro que vi”.
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Kuhi Ikugü – os Kuikuro se apresentam
2007/7min
Os Kuikuro apresentam sua história, desde seus antepassados, passando pelos conflitos com os brancos, até as mudanças de suas vidas no mundo contemporâneo.
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Imbe Gikegu – Cheiro de Pequi
2006/36min
É tempo de festa e alegria no Alto Xingu. A estação seca está chegando ao fim. O cheiro de chão molhado mistura-se ao doce perfume de pequi. Mas nem sempre foi assim: se não fosse por uma morte, o pequi talvez jamais existisse.Ligando o passado ao presente, os realizadores kuikuro contam uma estória de perigos e prazeres, de sexo e traição, onde homens e mulheres, beija-flores e jacarés constroem um mundo comum.
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Kahehijü Ügühütu, o manejo da câmera
2007/17min
O cacique Afukaká, dos índios Kuikuro no Alto Xingu, conta a sua preocupação com as mudanças culturais da sua aldeia e seu plano de registro das tradições do seu povo, e os jovens cineastas indígenas narram a sua experiência neste trabalho.
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Kiarãsâ Yõ Saty – O amendoim da Cotia
2005/51min
O cotidiano da aldeia Panará na colheita do amendoim, apresentado por um jovem professor, uma mulher pajé e o chefe da aldeia
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Prîara Jõ, Depois do ovo, a guerra
2008/15min
As crianças Panará apresentam seu universo em dia de brincadeira na aldeia. O tempo da guerra acabou, mas ainda continua vivo no imaginário das crianças.
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Para nossos netos
2008/10min
Personagens e realizadores Panará traçam comentários sobre o processo de criação dos filmes O Amendoim da Cutia e Depois do Ovo, a Guerra e o uso do vídeo em sua comunidade.
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Xina Bena – Novos Tempos
2006/52min
Dia-a-dia da aldeia Hunikui de São Joaquim, no rio Jordão no estado do Acre. Augustinho, pajé e patriarca da aldeia, sua mulher e seu sogro, relembram o cativeiro nos seringais e festejam os novos tempos. Agora, com uma terra demarcada, eles podem voltar a ensinar as suas tradições para seus filhos e netos.
Huni Meka – Os Cantos do Cipó
2006/25min
Uma conversa sobre cipó (aiauasca), “miração” e cantos. A partir de uma pesquisa do professor Isaias Sales Ibã sobre os cantos do povo Hunikui, os índios resolvem reunir os mais velhos para gravar um CD e publicar um livro.
Filmando Manã Bai
2008/18min
Em 2007, o cineasta Zezinho Yube decide filmar a história de seu pai, o professor e pesquisador Huni kui Joaquim Maná. O projeto resultou no vídeo Manã Bai, A história de meu pai, selecionado pelo programa Revelando Brasis Ano II. Filmando Manã Bai é uma reflexão de Zezinho sobre o filme, o processo de realização, suas dificuldades e escolhas como cineasta e a delicada relação com seu personagem.
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Wapté Mnhõnõ, Iniciação do Jovem Xavante
1999/56min
Documentário sobre a iniciação dos jovens Xavante, realizado durante as oficinas de capacitação do projeto Vídeo nas Aldeias. A convite de Divino, da aldeia Xavante Sangradouro, 4 Xavantes e um Suyá realizam, pela primeira vez, um trabalho coletivo. Durante o registro do ritual, diversos membros da aldeia elucidam o significado dos segmentos deste complexo cerimonial.
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Wai’a Rini – O Poder do Sonho
2001/48min
A festa do Wai’á, dentro do longo ciclo de cerimônias de iniciação do povo Xavante, é aquela que introduz o jovem na vida espiritual, no contato com as forças sobrenaturais. O diretor Divino Tserewahú vai dialogando com o seu pai, um dos dirigentes deste ritual, para revelar o que pode ser revelado desta festa secreta dos homens, onde os iniciandos passam por muitas provações e perigos.
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TSÕ’REHIPÃRI, Sangradouro
2009/28min
Em 1957, depois de séculos de resistência e de fuga, um grupo Xavante se refugiou na missão Salesiana de Sangradouro, Mato Grosso. Hoje rodeados de soja, com a terra e os recursos depauperados, eles mostram neste filme suas preocupações atuais em meio a todas as mudanças que vêm vivenciando.
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Pïrinop – Meu Primeiro Contato
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PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem Nome
Desde 2002, Divino Tserewahú tenta produzir um filme sobre o ritual de iniciação feminino, que já não se pratica em nenhuma outra aldeia Xavante, mas desde o começo das filmagens todas as tentativas foram interrompidas. No filme, jovens e velhos debatem sobre as dificuldades e resistências para a realização desta festa.
Interessadxs em contribuir com o acervo, entrar em contato por email: cinekurumin@gmail.com

arupãb kijetxawê txihihãe


24 de jul. de 2012

V ENCONTRO DA REDE MUNICIPAL DE BIBLIOTECAS ESCOLARES DE CURITIBA

Prezados/as,
Segue a programação do evento que irei participar em Curitiba nesta terça-feira, dia 24.
Divulguem entre os contatos.
Abraços
DM

PROGRAMAÇÃO:

Local: Museu Oscar Niemayer
Data: 23, 24 e 25/07


MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...