07/11/2011 - Hoje na Escola Sesc - Rio de Janeiro, acontece a III Festa Literária da Escola SESC de Ensino Médio, com Daniel Munduruku e Ana Rondon num "Debate Literário" sobre Literatura Indígena. Aberto ao público, apareçam.
7 de nov. de 2011
1 de nov. de 2011
Seminário discute políticas para indígenas na Capital
Em 8 de novembro, será realizado o seminário "Presença Mbyá-Guarani em Porto Alegre: Construção de uma Política Pública", com início às 9h. O encontro será no auditório do Ministério Público Estadual (MPE-RS) – praça Marechal Deodoro, 110, 3º andar, no Centro Histórico.
O seminário é uma realização do MPE com as secretarias municipais de Direitos Humanos e Segurança Urbana (Smdhsu) e de Governança Local (SMGL), o Ministério Público Federal (MPF) e da Fudação Nacional do Índio (Funai). O objetivo é apresentar e discutir aspectos relacionados à vida dos indígenas e os desafios atuais, a diversidade cultural e ocupação urbana e o diálogo para a construção de uma política pública na Capital voltada para estes povos.
Participarão dos debates o procurador da república, Juliano Stella Karan, o cacique mbya-guarani José Cirilo Pires Morinico, e o antropólogo da Ufrgs, Sérgio Baptista da Silva, além da procuradora de Justiça do MPE-RS, Maria Regina Fay de Azambuja e Marcelo Beckhausen, procurador regional dos Direitos do Cidadão da 4ª Região. Integram a mesa de diálogo os antropólogos da Smdhsu, Luiz Fernando Caldas Fagundes, e da SMGL, Carlos Fernando Simões Filho, além de representantes do Conselho Estadual dos Povos Indígenas e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do MPE, com Beatriz Lang – fone (51) 3295 1141 ou pelo e-mailbeatrizlang@mp.rs.gov.br.
O seminário é uma realização do MPE com as secretarias municipais de Direitos Humanos e Segurança Urbana (Smdhsu) e de Governança Local (SMGL), o Ministério Público Federal (MPF) e da Fudação Nacional do Índio (Funai). O objetivo é apresentar e discutir aspectos relacionados à vida dos indígenas e os desafios atuais, a diversidade cultural e ocupação urbana e o diálogo para a construção de uma política pública na Capital voltada para estes povos.
Participarão dos debates o procurador da república, Juliano Stella Karan, o cacique mbya-guarani José Cirilo Pires Morinico, e o antropólogo da Ufrgs, Sérgio Baptista da Silva, além da procuradora de Justiça do MPE-RS, Maria Regina Fay de Azambuja e Marcelo Beckhausen, procurador regional dos Direitos do Cidadão da 4ª Região. Integram a mesa de diálogo os antropólogos da Smdhsu, Luiz Fernando Caldas Fagundes, e da SMGL, Carlos Fernando Simões Filho, além de representantes do Conselho Estadual dos Povos Indígenas e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do MPE, com Beatriz Lang – fone (51) 3295 1141 ou pelo e-mailbeatrizlang@mp.rs.gov.br.
31 de out. de 2011
Concursos FNLIJ - 2012
Amigos, a FNLIJ abriu alguns concursos, entre eles está o Concurso Tamoios para indígenas autores, e Curumim, para professores que trabalham com textos de autores indígenas em parceria com o INBRAPI/NEArIN. Entrem no SITE: www.fnlij.org.br e procurem a parte de concursos. Um abraço e boa sorte à todos.
28 de out. de 2011
Inoperância do governo permite o genocídio do último povo indígena isolado no Maranhão
Por Adital
A equipe do Cimi de apoio aos povos indígenas isolados reuniu-se em PortoVelho/RO nos dias 26 a 28/10/2011 para fazer uma atualização de dados e apartir deles analisar o contexto em que se encontram estes povos na Amazônia.
Chamamosatenção para o risco de morte dos indígenas Awá-Guajá isolados, no Maranhãopela ação de madeireiros que deixam um rasto de destruição na ultimas florestasda região localizadas no interior das terras indígenas. Os madeireiros,respaldados por influentes forças políticas, constituíram um verdadeiro poderparalelo afrontando o Estado de Direito e ameaçando a todos que se contrapõemas suas práticas ilegais. Desdenham das forças de segurança que se revelamincapazes de combater os crimes e de por fim a invasão das terras indígenas.
OsAwá-Guajá perambulam em 05 terras indígenas demarcadas, continuamente invadidase depredadas por madeireiros, que abrem estradas no seu interior, expondo essesgrupos a massacres, a contaminação por doenças e afetando diretamente osrecursos naturais que garantem a sua sobrevivência.
Essasituação persiste e vem se agravando apesar das reiteradas denúncias encaminhadaspelos povos indígenas do Maranhão e das cobranças do Ministério Público Federala Funai, Ibama e Polícia Federal que tem como atribuição garantir a proteçãodos povos indígenas.
Assusta-nosa inoperância e a omissão do poder publico diante do extermínio anunciado dosAwá Guajá isolados e a sua indiferença em relação ao Poder paralelo instaladopelos madeireiros na região.
Diantedessa realidade de ameaça a vida e de flagrante desrespeito aos direitos dospovos indígenas e dos crimes ambientais no Maranhão rogamos por uma mobilizaçãoimediata do governo federal para por fim a exploração ilegal de madeira nasterras indígenas e a impunidade na região.
PortoVelho, 28 de outubro de 2011.
Equipe do Cimi de apoio aos povos indígenas isolados
Equipe do Cimi de apoio aos povos indígenas isolados
26 de out. de 2011
Exposição em São Paulo exibe cultura dos índios Waiãpi
Está em exposição no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a mostra “ArteFatos Indígenas”, que exibe peças de artesanato confeccionadas pelos Waiãpi, do Oiapoque, no Amapá. A visitação pode ser feita até o final do ano e reúne 270 peças de diversos povos indígenas do País.
No caso do Amapá, estão em exposição imagens e artigos produzidos pelos índios Waiãpi, com destaque para os grafismos que imitam formas animais – pernas de rã, asas de borboleta, casco de jabuti, pintas de onça. O material é produzido com lascas de arumã, tinta vermelha de urucum e resinas naturais. No total, são 30 desenhos sobre papel, os grafismos, que estão dispostos em quadros. Essa arte hoje é reconhecida pela Unesco como patrimônio imaterial da humanidade.
“O fato de a arte gráfica Waiãpi ter se tornado patrimônio imaterial nacional e da humanidade trouxe mais visibilidade a esta produção, que sem dúvida vem de uma tradição bastante rica e complexa. Mas também mostramos na exposição que todos esses povos tem uma longa tradição nas artes gráficas, relacionadas a seus mitos e tradições orais”, afirma Cristina Barreto, curadora da exposição.
A mostra “ArteFatos Indígenas” também inclui a produção de bancos de madeira pelos dos Waiãpi, esculpidos exclusivamente pelos homens da aldeia, e que são decorados com grafismos e resinas, inspirados em animais que vivem na região do Oiapoque.
A mandioca, base da alimentação da aldeia, é produzida em mais de 25 variedades pelos índios. Para ilustrar essa importância, a exposição traz peças para seu preparo, como cestos e potes em fibra, madeira e cerâmica. Também é possível observar peneiras feitas pelos índios, de breu, fibra e madeira. As imagens da exposição mostram rituais dos índios, vestimentas e ornamentos corporais utilizados durante o ritual conhecido como a festa do Paku.
Os artefatos fazem parte das novas coleções de artes indígenas adquiridas recentemente pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. As peças vindas do Amapá foram adquiridas pela Secretaria de Cultura por meio de colaboração do Iepé (Instituto de Pesquisa e Formação Indígena). A secretaria buscou os artigos diretamente junto aos artesãos indígenas no Amapá e a associações representativas dos índios. O Iepé colaborou também com a cessão de vídeos e fotos dos povos do Amapá e Pará, presentes na exposição.
Os 270 objetos e obras de arte representam a produção contemporânea de doze povos indígenas da Amazônia, nos estados do Amapá, Pará e Mato Grosso. A curadoria dos objetos é feita por Cristiana Barreto e Luis Donisete Benzi Grupioni.
“Os povos indígenas do Amapá são um exemplo de sociedade indígena que estão ainda afastadas dos grandes centros urbanos, mas que passam por um processo de revitalização de suas culturas. Exemplos disso são as associações indígenas, as redes de comunicação, as ações de documentação e o resgate de seus bens culturais”, diz Barreto.
Serviço:
Pavilhão das Culturas Brasileiras
Parque do Ibirapuera
Rua Pedro Álvares Cabral s/n – Vila Mariana
Quando: 3ª feira a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita
Livre para todos os públicos
Fonte: http://www.correaneto.com.br/site/?p=16069
Parque do Ibirapuera
Rua Pedro Álvares Cabral s/n – Vila Mariana
Quando: 3ª feira a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita
Livre para todos os públicos
Fonte: http://www.correaneto.com.br/site/?p=16069
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