17 de ago. de 2012

Governo de São Paulo anuncia novos editais para o PROAC

           Governo do Estado de São Paulo anuncia R$ 21,3 milhões para incentivo a projetos culturais A Secretaria de Estado da Cultura anuncia a liberação de R$ 21,3 milhões para incentivo à produção artística independente. Tanto o Programa de Ação Cultural (ProAC-Editais), quanto o Prêmio Estímulo ao Longa Metragem são realizados com verba do orçamento da Secretaria, contabilizando R$ 13,3 milhões. Já o Programa de Incentivo ao Cinema Paulista utiliza recursos de incentivo fiscal, de R$ 8 milhões, disponibilizados pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) por meio das leis federais do Audiovisual e Rouanet. Estão sendo lançados 20 editais do ProAC, que ao todo contabilizam investimento de R$ 12,3 milhões. Os concursos contemplam seis expressões artísticas, sendo elas artes visuais, patrimônio cultural, literatura, diversidade cultural, música e audiovisual. Diversas novidades foram implementadas com o objetivo de aprimorar o programa. Discussões com a classe artística possibilitaram ajustes que visam atender às demandas culturais, tanto do público quanto dos produtores artísticos.
         No segmento de literatura, uma das novidades é o edital focado na realização de saraus literários. Para este concurso serão destinados, ao todo, R$ 120 mil, sendo que três projetos serão contemplados e receberão, cada um, incentivo financeiro de R$ 40 mil. Ainda na área de literatura, outro concurso inédito fomenta projetos de ocupação para bibliotecas municipais. Serão selecionados sete projetos que apresentem atividades como leituras dirigidas, palestras, cursos, debates, entre outros. O investimento total será de R$ 280 mil, sendo que cada projeto premiado receberá R$ 40 mil. Outros três concursos também beneficiam publicações de primeiras obras literárias, criação e tradução, além de histórias em quadrinhos. O investimento total para o segmento de literatura é de R$ 1,05 milhão – ao todo, 40 projetos serão contemplados. 
         Os editais de música também receberam ajustes. Neste ano, os três concursos destinados a esta linguagem artística foram divididos por estilos: popular instrumental, erudito e canção. Os editais contemplam as modalidades gravação de disco inédito e circulação de espetáculo. Ao todo, R$ 2,2 milhões serão dedicados à música e 35 projetos premiados. 
         O concurso destinado à conservação de patrimônio cultural foi aprimorado para atender a demandas específicas. Neste ano, serão contemplados três projetos para restauração de imóveis tombados pelo Condephaat. Os três edifícios a serem restaurados estão pré-determinados no edital ProAC Nº 23. Ao todo, o investimento para o segmento é de R$ 1 milhão. 
         As artes visuais terão três editais: um para produção e exposição de obras; outro para produção de livro de artista; e o último para apoio a espaços idenpendentes de criação. Vinte projetos no total, juntando os três editais, dividirão investimento de R$ 900 mil. 
 Para os artistas de cinema, a novidade fica por conta de um edital destinado à difusão de longa metragem.             Outros dois concursos beneficiam projetos de finalização de longa metragem e telefilmes, este último realizado em parceria com a TV Cultura. 

Prêmio Estímulo ao Curta Metragem 
A secretaria de Estado da Cultura disponibiliza neste ano R$ 960 mil para o Prêmio Estímulo ao Curta Metragem, que irá premiar 12 projetos por meio de edital. Os selecionados receberão, cada um, R$ 80 mil para a execução do plano de trabalho apresentado. 

Programa de Fomento ao Cinema Paulista 
 O Programa de Fomento ao Cinema Paulista regula a concessão de patrocínios de empresas paulistas a projetos culturais que utilizam as leis federais do Audiovisual e Rouanet. Cabe à Secretaria de Estado da Cultura realizar todo o processo seletivo dos proponentes. A verba disponível atualmente, de R$ 8 milhões no total, é disponibilizada pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) por meio das leis federais do Audiovisual e Rouanet. O Programa contempla projetos nos gêneros ficção, animação e documentário.

14 de ago. de 2012

Congresso Nacional terá que ouvir comunidades afetadas pela construção de Belo Monte.

Brasília - A liberação das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte só vai acontecer depois que o Congresso Nacional realizar e aprovar a consulta às comunidades afetadas. De acordo com o desembargador Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que relatou o processo que determinou a paralisação das obras, os parlamentares também terão que editar um novo decreto legislativo
 autorizando as obras em Belo Monte.

“Não estamos combatendo o projeto de aceleração do governo. Mas não pode ser um processo ditatorial”, disse o desembargador. A empresa Norte Energia, responsável pela obra, deverá ser notificada entre hoje (14) e amanhã (15) e poderá recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou na segunda-feira (13) a paralisação das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Se a empresa Norte Energia não cumprir a determinação, pagará multa diária de R$ 500 mil. A decisão foi tomada pela 5ª Turma do TRF1, em embargo de declaração apresentado pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA).

O relator do embargo de declaração alegou que o Congresso Nacional deveria ter determinado que as comunidades afetadas fossem ouvidas antes de editar o decreto legislativo, em 2005, autorizando a obra, e não depois. “Só em um regime de ditadura tudo era póstumo. Não se pode se admitir estudos póstumos, a Constituição Federal diz que os estudos têm que ser prévios”. Segundo ele, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) também determina a consulta prévia aos povos que seriam atingidos pela obra.

Souza Prudente disse que a opinião das comunidades afetadas deverá ser levada em consideração no processo de liberação da obra. “A propriedade para o índio é diferente para o branco. O índio tem uma visão mística da propriedade, onde ali está seu avatar. E a Constituição Federal garante isso”.

Outra omissão, segundo Souza Prudente, foi na decisão anterior do TRF1, que considerou que o Supremo teria declarado a constitucionalidade do decreto legislativo do Congresso Nacional. Houve, segundo o magistrado, apenas uma decisão da então presidenta do STF, Ellen Gracie, sobre a questão.

Fonte:agencia brasil. ebc.com.

13 de ago. de 2012

Daniel Munduruku participa da segunda edição do Projeto Literatura Viva promovida pelo SESI

Foi realizada entre os dias 06 e 09 de agosto a segunda edição do Projeto Literatura Viva organizado pelo SESI de São Paulo.
O autor indígena Daniel Munduruku foi novamente convidado e esteve nas unidades de Campinas, Indaiatuba e Itú onde palestrou para estudantes do EJA - Educação de Jovens e Adultos.
Durante duas horas o autor conversou sobre literatura, contou sua trajetória literária e respondeu perguntas do público que participou com muita atenção e envolvimento.
Abaixo estão algumas fotos dos eventos.
Unidade Campinas II - 07/08

Unidade Campinas II - 07/08

Unidade Campinas II - 07/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Indaiatuba - 08/08

Unidade Itu - 09/08

Unidade Itu - 09/08

Unidade Itu - 09/08

Unidade Itu - 09/08

Unidade Itu - 09/08



Unidade Itu - 09/08

Unidade Itu - 09/08

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...