23 de fev. de 2012

Cineastas Maxakali - A visão indígena do mundo e da vida Cineastas Maxakali - A visão indígena do mundo e da vida

Cinemaeartes: Entrevista com Isael Maxakali e sua esposa Suely Maxakali.



Isael e Suely Maxakali


Yaet Maxakani (Isael Maxakali) nasceu em 18/04/1978 e Xoeni Maxakani (Suely Maxakali) nasceu em 30/06/1976.


São do povo indígena Tikmû’ûn (Maxakali). Tikmû’ûn é o modo como os Maxakali se autodenominam. Quer dizer, mais ou menos, “nós, os humanos”.
Vivem na Aldeia Verde, no município de Ladainha, em Minas Gerais, nasceram, na aldeia de Água Boa, na Reserva Maxakali de Água Boa, no município de Santa Helena de Minas, Minas Gerais.
Isael Maxakali: Sou professor na Escola Estadual Isabel Silva Maxakali. Sou diretor cinematográfico também. Faço documentários sobre a história e a cultura de meu povo. Também ofereço oficinas sobre a cultura maxakali. Sou formado em nível universitário no curso de Formação Intercultural de Educadores Indígenas (FIEI) da UFMG.

Dou aulas de língua e cultura maxakali na escola da aldeia. Vivi na aldeia de Água Boa até 2006. Eu, minha família e alguns parentes, passamos um ano num acampamento provisório chamado Duas Lagoas, próximo a Campanário em Minas Gerais, por conta de um conflito em Água Boa, que nos levou a buscar outra terra. Em 2007 fomos transferidos para uma nova reserva no município de Ladainha, também em Minas, onde estamos até hoje.
Sueli Maxakali: Sou presidente da Associação Maxakali de Aldeia Verde. Sou fotógrafa. Faço fotografia still e assistência de direção nos filmes de Isael.
Nossos Filmes:

Kotkuphi


- Kotkuphi (doc, MG, 24min, 2011
A colheita, o preparo do alimento, o canto, e as demais atividades envolvidas na realização de um yãmîyxop, o ritual, em homenagem ao yãmîy ("espírito") da mandioca.
Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Fotografia still: Suely Maxakali
Edição: Charles Bicalho
Arte gráfica: Alexandre Coelho
Realização: Comunidade Maxakali de Aldeia Verde e Pajé Filmes
Idioma: Maxakali
Legenda: Português, Espanhol, Inglês

Premiações: Edital Filmes em Minas, categoria de finalização, 2011;
Menção Especial do Júri no III Festival do Filme Etnográfico do Recife em 2011:
"O júri reconhece o olhar interno, singular e poético que este filme lança sobre o processo de realização do ritual da mandioca, dos Maxakali de Minas Gerais."
Exibições:
- III Festival do Filme Etnográfico do Recife 2011.
- Programa "Curta Piauí", da TV Antares, em Teresina, em junho de 2010.
- 15º Mostra Internacional do Filme Etnográfico, no Rio de Janeiro em novembro de 2011.
Treiler: http://www.youtube.com/watch?v=V7ZTwKlaGHY

Cenas de Kotkuphi


O filme mostra o yãmîyxop (ritual) de Kotkuphi, o espírito da mandioca (kohot), que é um importante alimento de nossa tradição. Kotkuphi é um yãmîy (“espírito”). O filme mostra a flecha que é colhida no mato. Mostra a pintura, o canto. Kotkuphi é caçador. Ele busca os bichos e os entrega à comunidade. As mulheres dividem o alimento. Ele mostra como flechar xokakak (gelinha). Como caçar.


Ficamos muito felizes com o prêmio que o filme ganhou no III Festival do Filme Etnográfico do Recife. Não deu para estar presente à cerimônia de entrega do troféu de Menção Especial do Júri, pois Recife é bem longe de Minas Gerais. Mas mesmo assim ficamos muito felizes.


Cinemaartes: Quais foram as dificuldades de se realizar este filmes?
Isael Maxakali: As dificuldades maiores para fazer filmes são relacionadas à finalização, que inclui a edição. Tenho duas câmeras. Então filmar na aldeia não é problema. Mas não tenho ilha de edição. Então, ou venho a Belo Horizonte com as fitas miniDV, ou as entrego ao Charles, que costuma fazer a edição. Quando posso vir a Belo Horizonte, realizamos a edição juntos na Pajé Filmes. Para a tradução e legendagem dos filmes, temos que nos encontrar também. Quando não estou na cidade, falamos bastante pelo celular, para tirar alguma dúvida sobre os filmes. Ainda não temos internet na aldeia, o que facilitaria muita coisa, mas estamos querendo colocar logo.




Mensagem: "É importante continuar a fazer filmes para mostrar a cultura de nosso povo, a visão indígena do mundo e da vida" Isael Maxakali


LISTA DOS FILMES DE ISAEL e SUELY MAXAKALI:
- Tatakox (Doc, MG, 23', 2007)


Resumo: “Tatakox” (em língua Maxakali se diz algo como “tatacui”) é o espírito da lagarta. Este documentário Maxakali, ganhador de prêmio no Forumdoc.bh.2008, foca um importante ritual de iniciação indígena, quando os meninos da aldeia são levados para a "Casa de Religião" e são submetidos a um curso intensivo sobre sua cultura tradicional.Xokxop pet (Doc, 21’45”, 2009, MG), de Isael Maxakali




- "Xokxop Pet", que em língua maxakali quer dizer "a casa dos animais", é um ensaio audiovisual de Isael Maxakali. Filmado no Jardim Zoológico de Belo Horizonte, o filme retrata os animais que fazem parte de um ritual que há muito tempo não se realiza na aldeia maxakali. Isael, Sueli, Voninho (aprendiz de pajé) e outros maxakalis, cantam seus yãmîy (cantos sagrados) em homenagem aos animais no cativeiro.

Xokxop Pet


Ficha técnica:
Direção: Isael Maxakali
Câmera: Charles Bicalho
Montagem: Charles Bicalho e Isael Maxakali
Produção: Charles Bicalho
Idioma: Maxakali (sem legenda).
Realização: Pajé Filmes
Apoio: Danilo Palhares (CIMI)
Arte Gráfica: Gis Rezende
Treiler: http://www.youtube.com/watch?v=_DzgdME6Yuk&feature=related


- Yiax kaax – fim do resguardo (Doc, 24’37”, 2010, MG), de Isael Maxakali
Juan Maxakali nasceu em outubro de 2009 na Aldeia Verde Maxakali em Ladainha, Minas Gerais. Seus pais, Zezão e Jupira, ficam de resguardo por trinta dias após o parto. Durante este período eles sofrem uma série de restrições, como por exemplo, não comer carne vermelha. Agora o resguardo acabou. E Isael faz um documentário sobre o ritual que marca este final. Todos vão à cachoeira. O pajé Mamey vai à mata colher jaborandi e encontrar uma pedra para cortar o bambu que será usado para soprar a água em direção ao nascente e ao poente, exatamente como faziam os antigos. Assim todos agradecem e pedem proteção ao sol. Zezão e Jupira agora estão liberados para fazer tudo que gostam.

Yiax kaax


Ficha técnica:


Direção: Isael Maxakali
Câmera: Isael Maxakali e Marivaldo de Carvalho
Montagem: Charles Bicalho e Isael Maxakali
Fotografia Still: Sueli Maxakali
Tradução e Legendagem: Charles Bicalho, Isael Maxakali e Sueli Maxakali
Idioma: Maxakali (legenda em português).
Arte Gráfica: Gis Rezende
Exibições, mostras e festivais:
- 12º Cinemosquito, mostra de cinema itinerante organizada por Jiddu Saldanha em Cabo Frio, em março de 2010;
- Congresso Internacional sobre Políticas de Pesquisa em Línguas Indígenas, ocorrido na Universidade do Novo México (UNM), em Albuquerque, Novo México, Estados Unidos, em abril de 2010;
- 5ª Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP), de 17 a 22 de junho em Ouro Preto/MG;
- Congresso Internacional de História e Patrimônio Cultural, em Teresina, Piauí, de 11 a 15 de outubro de 2010.
- II Mostra Pajé de Filmes Indígenas, em maio de 2011, em Belo Horizonte.
Treiler: http://www.youtube.com/watch?v=8hZI6YM96c8&feature=related


- Dia do índio na Aldeia Verde em 2010 (Doc, MG, 27min, 2011), de Isael Maxakali
Filmagens das comemorações do Dia do Índio na Aldeia Verde Maxakali em Ladainha, Minas Gerais, em 2010.

Dia do Índio


Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Assistente de direção: Sueli Maxakali
Edição: Charles Bicalho.
Idioma: Maxakali (sem legenda)


- Kotkuphi (doc, 24min, 2011)
A colheita, o preparo do alimento, o canto, e demais atividades envolvidas na realização de um yãmîyxop, o ritual, em homenagem ao yãmîy ("espírito") da mandioca.
Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Fotografia still: Sueli Maxakali
Edição e finalização: Charles Bicalho
Realização: Comunidade Maxakali de Aldeia Verde e Pajé Filmes
Idioma: Maxakali (legenda em português).
Arte gráfica: Alexandre Coelho
Prêmio: Edital Filmes em Minas, categoria de finalização, 2011.
Exibições:
- III Festival do Filme Etnográfico do Recife 2011.
- Programa "Curta Piauí", da TV Antares, em Teresina, em junho de 2010.
- 15º Mostra Internacional do Filme Etnográfico, no Rio de Janeiro em novembro de 2011.
Menção Especial do Júri no III Festival do Filme Etnográfico do Recife em 2011:
"O júri reconhece o olhar interno, singular e poético que este filme lança sobre o processo de realização do ritual da mandioca, dos Maxakali de Minas Gerais."
Treiler: http://www.youtube.com/watch?v=V7ZTwKlaGHY


- Xupapoynãg (doc, 14mn, 2011)
As lontras invadiram a aldeia para vingar a exploração e morte de seus parentes, caçados e devorados pelos humanos. Cabe às mulheres travar uma batalha para expulsar os invasores.

Xupapoynãg


Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Fotografia still: Sueli Maxakali
Edição e finalização: Charles Bicalho
Realização: Comunidade Maxakali de Aldeia Verde e Pajé Filmes
Idioma: Maxakali (legenda em português).
Arte gráfica: Alexandre Coelho
Prêmio: Edital Filmes em Minas, categoria de finalização, 2011.



Xupapoynãg
Exibições:
- Julho de 2011, Cine Mosquito, mostra de cinema em Cabo Frio/RJ.
- III Festival do Filme Etnográfico do Recife 2011.
- 06/10 em Teresina no programa "Curta Piauí", da TV Antares.
Treiler: http://www.youtube.com/watch?v=MvNkzdMarRQ&feature=related




- Yãmîy (doc, 15min, 2011)
Os yãmîys são os “espíritos” do panteão maxakali. Eles são vários; virtualmente infinitos. E todos se conectam por uma metamorfose que os faz passar de um a outro. Série, o yãmîy é um devir mutante. A sua sequência é uma das formas de que os tikmû’ûn (Maxakali) se servem para contar suas histórias. Neste filme Isael Maxakali nos apresenta alguns dos yãmîys, como a onça, o quati, o javali, etc. Está-se diante de uma espécie de inventário que comporta micro-narrativas.

Yãmîy


Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Fotografia still: Sueli Maxakali
Edição e finalização: Charles Bicalho
Realização: Comunidade Maxakali de Aldeia Verde e Pajé Filmes
Idioma: Maxakali (legenda em português).
Arte gráfica: Alexandre Coelho
Trelier: http://www.youtube.com/watch?v=fzWQw0a67L4&feature=related


- Mîmãnãm: mõgmõka xi xûnîn (doc, MG, 17min, 2012)
O pajé Totó nos ensina sobre o mîmãnãm, o “pau de religião” maxakali. Uma tora de madeira pintada em homenagem ao yãmîy. Ele é fincado no pátio da aldeia, em frente à kuxex, a “casa de religião”, para a realização do yãmîyxop, o ritual sagrado. Neste filme são apresentados o mîmãnãm do gavião (mõgmõka) e o do morcego (xûnîn).



Mîmãnãm: mõgmõka xi xûnîn
Ficha técnica:
Direção e câmera: Isael Maxakali
Assistente de direção: Sueli Maxakali
Edição e finalização: Charles Bicalho
Arte gráfica: Alexandre Coelho
Realização: Comunidade Maxakali de Aldeia Verde e Pajé Filmes
Idioma: Maxakali
Legenda: Português
Contatos: Fone de Isael e Suely Maxakali: 31 7118-4471 / 33 9927-8669 / 33 8859-3823
Email: pajefilmes@gmail.com
www.paje-filmes.blogspot.com
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Por Cinema e Artes

21 de fev. de 2012

Importância da Rádio Comunitária para os Povos Indígenas

James Anaya Apache
Genebra, 13 de fevereiro de 2012. O Relator Especial da ONUsobre osDireitos dos Povos Indígenas, O índio norte-americanos do povoApache, James Anaya, gostaria de saudar o Dia Mundial do Rádio, criado pela Resolução 36 da Conferência Geral da UNESCO em 2011.Neste primeiro Dia Mundial da Rádio,que gostaria de salientar aimportância da rádio comunitária dos povos indígenas do mundo.


O rádio tem sido um meio fundamental para os povos indígenas,para a vitalidade das línguas, e exercer e defender os seus direitos. Conforme reconhecido pela Declaração das NaçõesUnidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.
O artigo 16:
1. Os povos indígenas têm o direito de estabelecer seus próprios meios, em suas próprias línguas e acesso a todos os outros meios de comunicação não-indígenas sem discriminação.
2. Os Estados adotarão medidas eficazes para garantir que os meios de comunicação reflitam devidamente a diversidade cultural indígena. Estados, sem prejuízo de assegurar a plena liberdade de expressão, deverão incentivar a mídia privada reflitam devidamente a diversidade cultural indígena. "
fonte: http://unsr.jamesanaya.org/esp/declaraciones/saludo-del-relator-especial-en-el-dia-mundial-de-la-radio
UNESCO. Dia Mundial da Rádio
"Em um mundo em mudança, é preciso maximizar a capacidade do rádio para conectar pessoas e empresas para compartilhar conhecimento e informação e construir conhecimento. Dia Mundial do Rádio é uma oportunidade para reconhecer o milagre do rádio e aproveitar seu poder para beneficiar a todos ", disse o Diretor Geral da UNESCO, Irina Bokova, em sua mensagem para marcar o primeiro Dia Mundial da Rádio.

A Conferência Geral 36 de 2011, a UNESCO reconheceu o "poder de mudar do rádio" para estabelecer o Dia Mundial do Rádio em 13 de Fevereiro. Nesta data, em 1946, começaram as transmissões de rádio das Nações Unidas. Por ocasião do primeiro Dia Mundial do Rádio, em muitas partes do mundo reiterou as reivindicações dos povos indígenas ao direito de comunicar, o direito ao espectro de radiofrequências e pluralismo nos meios de comunicação.
fonte: http://www.politicaspublicas.net/panel/not/internacional/1584-dia-mundial-radio.html
por www.cinemaartes.blogspot.com

Documentário Sagrada Terra Especulada - Santuário dos Pajé - Brasília

Hayayá, o Santuário Não Se Move!
Indio é Terra, Não dar para separar! 
Antonio Francisco, Brasília, 27 anos, Documentarista:
Cinemaartes: qual o objetivo do filme:
Antonio: O Filme Sagrada Terra Especulada - a luta contra o Setor Noroeste (70min, 2011) narra um período de lutas contra o Setor Noroeste, bairro de alto luxo construído pela especulação imobiliária do Distrito Federal.
Tendo como enfoque a luta realizada desde o a Reserva Indígena Santuário dos Pajés, o filme traça a ação da mídia, políticos, empresários, especuladores e burocratas: todos a serviço do lucro/segregação. Do outro lado, apresenta a ação de movimentos populares em uma incansável e também vitoriosa luta contra estes podres poderes.

Produzido pelo Centro de Mídia Independente, o lançamento ocorre no período em que as ações do Movimento Fora Arruda e Toda a Máfia completam um ano. Tem saudades do Arruda? do Paulo Octávio? Ivelise Longhi? Das mentiras do Correio? Participe do lançamento desde vídeo e relembre também da necessidade de continuar lutando! 

No dia 03 de outubro de 2011, o documentário ganhou o prêmio de segundo lugar na categoria longa-metragem, do Festival de Cinema Brasileiro de Brasília. No mesmo dia, a Emplavi invadiu com tratores e funcionários parte da área pertencente aos povos indígenas que habitam o Santuário dos Pajés. Apesar da resistência, o Governo do Distrito Federal, a Terracap, e a mídia do local ignoram os aspectos legais que impedem a construção naquele local. 

Representantes de Sagrada Terra Especulada,
recebem prêmio no Festival de Brasília 2011
A exibição deste documentário, que não recebeu qualquer tipo de patrocínio e foi realizado de maneira voluntária e coletiva e liberado livremente para cópias e distribuição em formato copyleft, se dá no contexto de tentativa das construtoras em retirar os indígenas e militantes que defendem o Santuário à força nos últimos dias. Vários são os vídeos – apesar de a imprensa não veiculá-los, podem ser encontrados na internet – que mostram os ataques de seguranças, contratados e armados, aos indígenas e defensores do Santuário. 
Assista acesse o link: Vimeo  http://vimeo.com/28597529

17 de fev. de 2012

Hotxuá
























Trailer do documentário Hotxuá, um registro poético sobre a tribo indígena krahô, um povo sorridente que designa um sacerdote do riso, o hotxuá, para fortalecer e unir o grupo através da alegria, do abraço e da conversa. Acompanhando o dia-a-dia da aldeia no Norte do Brasil, o filme colhe depoimentos dos índios, em sua língua nativa e em português. Eles falam sobre as crenças e o estilo de vida que sustentam e mantêm essa sociedade feliz cuja concepção de mundo é o equilíbrio entre forças opostas e o respeito à diversidade.

Diretores: Letícia Sabatella e Gringo Cardia
Produtor: José Gonzaga Araújo
Roteiro: Letícia Sabatella, Gringo Cardia, Alessio Slossel e Povo Krahô
Fotografia: Sylvestre Campe
Editor: Quito Ribeiro
Som: Heron Alencar, Bruno Espírito Santo e Denilson Campos
Indigenista: Fernando Schiavini
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação
Um Projeto Kapey União das Aldeias Krahô!
Produzido por Pedra Corrida Produções e Letícia Sabatella

www.hotxua.com.br

Selecionados os 30 professores participantes das Oficinas do Projeto Vucapanavó

A partir do dia 23 de fevereiro 30 professores indígenas de Aquidauana e Anastácio receberão as oficinas ofertadas pelo Projeto Vucapanavó, patrocinado pelo Petrobras Cultural. Os professores foram selecionados pela equipe da Gerência de Educação da Prefeitura de Aquidauana (GEMED), juntamente com os diretores das cinco escolas indígenas existentes na região. 

Segundo a GEMED os critérios para a escolha dos profissionais foram: 

- Residir nas aldeias onde lecionam;
- ministrem aulas de língua e arte terena especificamente;
- Sejam falantes ou compreendam fluentemente o idioma Terena.

Tudo por que a intenção é esses professores possam debater a situação desses disciplinas diferenciadas, sua aplicação, materiais didáticos disponíveis e a manutenção da Cultura Terena, para que a partir daí, posam  pensar materiais diversos para serem levados para a sala de aula. Espera-se que todos sejam multiplicadores do conteúdo ofertado durante as atividades. 

O Projeto conta ainda com palestras e exposições, com datas a serem definidas.

Informações: imprensaprojeto@gmail.com
                    (65) 8418-0343

http://projetoterena.blogspot.com/

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...