14 de fev. de 2012

Livros Indígenas em Promoção

Espero que aproveitem!Xipat Oboré (tudo de bom)!
Daniel Munduruku

Livros indígenas em promoção
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Sinopses:
A Onça e o Fogo - Cristino Wapichana - Ed. Amarilys
Este livro, ricamente ilustrado, resgata uma bela lenda indígena que narra de, maneira surpreendente e encantadora, o resultado do duelo travado entre a onça e o fogo, em um tempo fantástico no qual os homens viviam em plena harmonia com os animais e a natureza.

Criaturas de Ñanderu - Graça Graúna - Ed. Manole

Um emocionante conto indígena escrito por Graça Graúna no qual uma garota com nome de pássaro, ao tornar-se adulta, ganha asas e sai de sua tribo para conhecer a cidade grande.

Mundurukando - Daniel Munduruku, part. Ceiça Almeida (indicado para educadores) - UKA Editorial

Daniel Munduruku nos apresenta, neste volume, ensaios, entrevistas, artigos e pensamentos que o têm transformado em um dos principais pensadores indígenas do Brasil.
Mundurukando é um verdadeiro passeio pela nossa alma ancestral.


O Karaíba - Uma história do Pré-Brasil - Daniel Munduruku - Ed. Amarilys

Nesta história de ficção emocionante e cheia de aventuras escrita por Daniel Munduruku, o leitor descobrirá como era a vida dos índios e sua forma de organização pouco antes da chegada dos Portugueses ao Brasil. Daniel Munduruku é autor de 36 livros voltados para o público infantil e infanto juvenile para educadores. Recebeu diversos prêmios literários entre eles o Prêmio Jabuti e o Prêmio da Academia Brasileira de Letras.

Karú Tarú - O pequeno pajé - Daniel Munduruku - Ed. Edelbra

Desde pequeno, Karú Tarú já sabia que teria um destino especial. Estava sendo preparado para ser um pajé, o grande líder de sua tribo. Mas tão importante missão o intrigava. Por que havia sido escolhido? Por que ele era considerado especial, se todos nasciam com o mesmo dom?

10 de fev. de 2012

BIENAL Continental das ARTES INDÍGENAS Contemporâneas




------ATENÇÃO ARTISTAS INDÍGENAS !!-----
BIENAL Continental das ARTES INDÍGENAS Contemporâneas, Participem! 
Tendo por objetivo reconhecer, fomentar e difundir as artes contemporâneas dos povos indígenas do continente americano, através de suas criações, formas intrínsecas e necessidades próprias, como expressão de vanguarda e futuro no contexto comunitário e global, o Governo dos Estados Unidos Mexicanos, através do Conaculta, no marco do Dia Internacional dos Povos Indígenas no Mundo, outorga três prêmios com caráter de aquisição, para criadoras, criadores e coletivos indígenas do continente americano interessados em fazer parte da Bienal, 

TEMÁTICA: Deverá estar relacionada com o tempo, o espaço, o meio ambiente e o universo intelectual, simbólico e estético das culturas indígenas. 

FORMAS: As formas criativas, os recursos e os materiais deverão provir do patrimônio artístico vivo do povo indígena do criador ou do grupo que os estiver propondo.




ESPECIALIDADE ARTÍSTICA*
• Pintura
• Gravação
• Desenho e ilustração
• Fotografia
• Vídeo
• Arte plumária
• Arte têxtil
• Escultura
· Desbastados
· Moldados
· Modelados
• Fibras e cortiças vegetais
• Adornos corporais
• Transdisciplinar
• Outros



O indígena Bu'ú Ye'pamahsã
ganhador do Prêmio Mostra Cultura e Saúde- SP 2011
obra técnica marchetaria:
Ye'pamahsun Kum Ña'tüo'ñarõ- Um olhar Ye'pamahsun

A data limite de recepção da solicitação de participação será na terça-feira 10 de abril de 2012.
Para mais informações: Av. Paseo de la Reforma núm.175, piso 12, Col. Cuauhtémoc, C.P. 06500, México D.F. México Fone +52 (55) 4155 0200 ext. 9355 ou 9365
http://www.conaculta.gob.mx/bienalartesindigenas
bienalartesindigenas@conaculta.gob.mx
fonte/informações: http://www.conaculta.gob.mx/bienalartesindigenas/index_port.php

9 de fev. de 2012

Meu Mundo, Meu Computador apresenta: A vida conectada de Gasodá Suruí



Já não é mais novidade o pder qum computador tem de fazer com que lugares e pessoas a quilômetros de distância pareçam estar aqui do lado – ou mesmo na nossa frente. O que dizer, então, sobre um rondoniense que, com a ajuda de um computador com  Windows, não apenas viu as portas do mundo se abrirem diante de seus olhos, mas também trouxe para a sua vida ninguém menos do que sua esposa?
Pois é essa a história de Gasodá, um autêntico índio pertencente à etnia Paiter, também conhecida como Suruí (que quer dizer “gente de verdade”), que só foi ter contato com um computador pela primeira vez no laboratório de informática da Faculdade São Lucas de Porto Velho, onde se formou em Turismo. No começo, ele tinha medo até de mexer: “Se a gente tocasse (no computador) de uma maneira errada, poderia até explodir. Era o que eu pensava”. Ainda bem que o medo passou, porque o computador abriu um mundo de possibilidades na vida dele. Além do diploma, ele conheceu e se apaixonou pela mulher da sua vida, com quem conversava pelo Messenger.
Quer conhecer mais sobre o mundo dele? O computador conta:


Fonte: http://www.windows7.com.br/campanhas-promocoes/meu-mundo-meu-computador-apresenta-a-vida-conectada-de-gasoda-surui/

7 de fev. de 2012

Jeguaká Mirim - Um Kurumin que sonha ser escritor












Filho do escritor indígena Olívio Jekupé, pretende trilhar o caminho da literatura indígena assim como o pai.

Conheça um de seus textos.
   

A árvore que Falava
Autor: Jeguaká Mirim
 

Certa vez nasceu na aldeia uma árvore que falava. Diferente de todas as outras, ela sabia conversar com as crianças. Numa tarde de muito calor, pediu: 
-- Kyringue (crianças), quero água. 
Mas ninguém respondeu. As crianças não sabiam de onde vinha aquela fala. Todos olharam uns para os outros confusos.
Até que um dos "indinhos" percebeu que a voz vinha da árvore. O nome do menino era Verá. Ele se aproximou. Os outros foram embora, mas o Verá ficou ali. Depois foi buscar água, e disse para a árvore: 
-- Árvore, é você quem está falando? 
-- Sim, sou eu mesma. 
Em seguida a árvore bebeu a água e agradeceu ao "indinho". 
Verá e a árvore ficaram muito amigos. Ele lhe prometeu trazer água todos os dias. Combinou também que não contaria aos amigos sobre as conversas que tinham, porque ninguém ia mesmo acreditar. 
Daquele dia em diante, a árvore passou a conhecer todos os segredos do menino. Em troca, ensinava-lhe sobre os poderes de cura das plantas. 
Árvore e menino trocavam histórias diariamente. Verá lhe dava água e a árvore falante lhe oferecia sombra. Verá foi crescendo com muita sabedoria, enquanto que a árvore permanece em seu lugar, falando ao coração das crianças que conseguem ouvir sua voz secreta.

MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...