2 de mai. de 2011

Caravana Mekukradjá em Cananéia

Queridos amigos e amigas,
Iniciamos maio em movimento com nossa Caravana Mekukradjá aportando na bela cidade de Cananéia onde realizamos agora pela manhã nossa primeira - de três - atividade divulgando a literatura de nossos povos.
A Caravana é uma realização da FUNARTE através da Bolsa de Circulação Literária a que fomos contemplados.
Estão comigo, nesta atividade, o Rony Wasiry Guará e o Alan Wassú do Povo Wassú Cocal, de Alagoas.
Acompanhem-nos nessa empreitada.
Abraços festivos.

www.caravanamekukradja.blogspot.com

1 de mai. de 2011

Estudantes indígenas, da aldeia Munduruku de Juara participarão dos jogos escolares 2011.

Alunos da aldeia Mundurucu de Juara participarão dos jogos escolares 2011, que iniciaram hoje, dia 30 abril, o treinador da equipe foi o próprio diretor da escola Jones Krixi.


De acordo com Jones, a escola Krixi Guarumpa participará com duas equipes, sendo uma masculina e outra feminina, ambas na categoria juvenil. Essa é a segunda vez que a escola participa dos jogos escolares e a expectativa é que este ano as equipes da escola tenham um desempenho melhor que nas edições anteriores.


Ao atletas da aldeia tem um adversário a mais para enfrentar, pois na escola Krixi Guarumpa não há quadra esportiva e também não são acostumados com a arbitragem, por isso terão que se adaptarem as regras durante os jogos.


“Virá equipe pequena para participar dos jogos escolares, esse intercambio é muito importante, pois é um conhecimento que os alunos buscam através do esporte.” Disse Jones.


30 de abr. de 2011

Índios também querem participar da Rio 20

O movimento indígena quer participar da organização da Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o Desenvolvimento Sustentável, chamada de Rio 20, que ocorrerá em 2012, no Rio de Janeiro. Hoje (29), o líder indígena Marcos Terena cobrou do governo federal a criação do grupo de trabalho responsável por definir a posição brasileira no encontro. Para ele, essa é uma discussão que não pode ficar restrita aos meios diplomáticos.

"O governo precisa criar um grupo de trabalho para construção do evento, não ficar só o Itamaraty. O Itamaraty é um aliado importante, mas queremos dialogar com o Ministério de Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Agrário, que têm posições contraditórias em relação aos créditos de carbono, por exemplo" declarou Terena, durante encontro sobre a Rio 20, que ocorreu hoje (29), no Rio.

Para organizar as demandas dos índios, Terena disse haverá uma reunião, em agosto, na cidade de Manaus. O objetivo é preparar um documento relacionando as questões consideradas fundamentais para serem tratadas na Rio 20, como o avanço das monoculturas e as grandes obras que impactam as terras indígenas.
"Nossa preocupação é mostrar para as Nações Unidas e para o Brasil que queremos voz dentro da construção do evento. Queremos trabalhar de igual para igual e poder apontar o que seria qualidade de vida para as próximas gerações", afirmou Terena.

Terena adiantou que cerca de 750 índios de diversas partes do mundo vão montar um grande aldeia no Aterro do Flamengo, na zona sul da cidade, que se chamará Kari-oca, apelido dado pelos índios aos portugueses que chegaram ao Brasil no século 16 e que significa "cara de peixe feio" na língua tupi-guarani. O termo indígena acabou designando as pessoas que nascem na cidade do Rio de Janeiro.

Durante reunião preparatória da Rio 20, hoje, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira disse que um dos desafios da conferência será promover o engajamento dos cidadãos. Ela disse que o governo pretende incentivar o uso das redes sociais e da internet para mobilizar a sociedade em torno dos temas que serão debatidos na conferência.

Além da ministra, participaram do encontro de hoje o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner, os senadores Fernando Color de Mello (PTB-AL) e Cristovam Buarque (PDT-DF), o secretário estadual do Ambiente do Rio, Carlos Minc, e representantes de organizações não governamentais.

Da Agência Brasil

Índice de homicídios em aldeias de Dourados é 800% maior que média


Para atender uma decisão liminar na Justiça, cujo pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF), a União Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai) deverão manter a segurança nas aldeias Bororó e Jaguapirú, em Dourados (MS).
 O efetivo mínimo de doze policiais poderá ser disponibilizado pela Polícia Federal ou pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, através de convênio.
 
São 12 mil pessoas confinadas em uma reserva de 3,6 mil hectares, constituída na década de 1920 em Dourados, 2ª maior cidade de Mato Grosso do Sul, localizada a 225 quiômetros ao sul de Campo Grande.
 
Reserva de Dourados, líder em homicídios e suicídios O custo social do confinamento de índios em terras ocupadas por diversas etnias indígenas, que foram progressivamente sendo exterminadas ou unidas forçosamente nas reservas criadas pelo Serviço de Proteção ao Índio (STI), pode ser traduzido pela perda daquelas tradições, pela penúria econômica e pelo grau assustador de violência em que vivem os habitantes das aldeias Jaguapirú e Bororó. Em 2008, a taxa de homicídios entre os guarani-kaiowá foi de 210 por 100 mil habitantes, 795% maior que a média nacional.
 
A Justiça considerou que a União desobedece a Constituição ao não garantir a segurança pública a essas populações. A decisão judicial afirma que “a intervenção em menor intensidade do Estado (em áreas indígenas), não se confunde com sua ausência” cabendo a ele proporcionar existência digna aos índios. A lei prevê a possibilidade da celebração de convênios com o governo estadual visando dar segurança aos indígenas. A desobediência à ordem judicial implica em multa diária de R$ 1.000,00. 

Fonte: A crítica 


MENSAGEM DE FINAL DE ANO - 2025/26

  Mais uma vez o ano se encerra e com ele vem a necessidade de pactuarmos novos comportamentos, novas atitudes e novos projetos. É, portanto...